A Endeavor realizou por meio do Twitter, uma enquete para entender em que modelo as pessoas pensavam primeiro quando elas cogitaram expandir seu negócio. A maioria votou em abrir outras unidades próprias. Logo depois veio o modelo de franquias. Em terceiro, vieram as fusões ou aquisições e em quarto licenciar seus produtos.
A partir disso, queremos discutir como avaliar se é o momento certo para a expansão empresarial. Além disso, vamos falar sobre como escolher o modelo mais vantajoso. Isto porque cada um desses modelos pode auxiliar em objetivos diferentes.
Vontade de expandir
Quando um negocio começa a crescer, e não consegue mais atender a demanda dos seus clientes, o primeiro comportamento da maioria dos empresários é pensar na expansão. Isto pode ser feito por meio de mais uma unidade própria. Pois, através de uma nova operação conseguirá atender ainda mais clientes e aumentar seu potencial de lucro. Esse é o pensamento mais “lógico” e imediato. Ele foi comprovado pela pesquisa da Endeavor. Mas não necessariamente o mais estratégico.
O termo “estratégico” foi emprestado do contexto militar e representa a forma mais bem-sucedida de se alcançar um resultado. Por isso, também é bem popular no mundo dos negócios.
Para se definir a estratégia, é preciso analisar variáveis e circunstâncias chaves a respeito do empreendimento. Pois, como é bem lembrado através do ditado popular, “não se pode dar um passo maior do que a perna”.
Pensando nisso, antes de pensar na expansão, é preciso analisar a situação atual do negócio. Além disso, é preciso planejar o resultado que se deseja atingir por meio da expansão, e estabelecer estratégias para obtê-lo.
É impossível falar do mundo dos negócios e não falar em capital. Isto porque as pessoas investem e empreendem por propósito. Mas também buscam retorno financeiro.
Motivos para empreender
Segundo o SEBRAE, no cenário empresarial existem dois motivos para empreender. O primeiro é a oportunidade, o segundo a necessidade. Já para a expansão, os motivos principais geralmente são aumentar o retorno financeiro. Além disso, o empresário normalmente visa inovar, aumentar a participação de mercado e sobreviver em um mercado competitivo.
Dessa forma, para desenhar uma estratégia eficiente, é preciso avaliar a disponibilidade de capital. E também levar em conta todos os custos. Estes por sua vez, podem ser para abrir uma nova unidade, para montar uma franqueadora, para desenvolver novos produtos, entre outros.
Capital necessário
Uma empresa pode realizar a expansão através de capital próprio, de terceiros ou financiamentos. Essa avaliação também precisa estar presente na estratégia.
A curva de aprendizagem que define seu nível de conhecimentos, experiência e entendimento de mercado também pode oferecer bons indicativos para entender se é o momento certo para a expansão.
Mediante a mesma, é possível identificar se o crescimento no número de clientes é motivado pela sazonalidade, por algum evento específico e se realmente é necessário expandir o negócio. Por isso, a decisão sobre uma expansão empresarial é mais segura quando se atinge o ponto máximo de crescimento. Ele pode ser verificado através do planejamento estratégico.
Do contrário, o empresário pode perder o foco da operação do negócio atual. Consequentemente ser levado à queda na qualidade dos produtos e/ou serviços, gerando a perda de clientes e prejuízos ao empreendimento.
Ao minimizar os riscos da expansão por meio do planejamento, podemos entender qual o modelo mais vantajoso.
Expandir para crescer
Aproveitar os benefícios da economia de escala e reduzir os riscos de influências externas estão entre os benefícios da expansão. A começar por pela unidade própria, o modelo pode proporcionar um bom retorno se forem feitas escolhas certas.
Pode ser uma iniciativa interessante para entender melhor o mercado e depois partir para outros modelos. No entanto, o modelo envolve um alto investimento de capital e uma maior capacidade de controle e gestão. Pois será necessário um novo investimento operacional, montar uma nova equipe, escolher um novo ponto comercial e etc.
As fusões e/ou aquisições oferecem vantagens. Entre elas estão a possibilidade de investir em uma operação já lucrando e cartela de clientes já formada. No entanto, os desafios também são grandes. Entre eles podemos citar o alto capital necessário ao investimento.
Mas, o maior desafio gira em torno do alinhamento de valores e adequação cultural da empresa que está sendo comprada. Isto porque os colaboradores precisam compartilhar os valores da nova empresa e aprender as práticas padrões e que geralmente são as que trazem bons resultados para a operação.
O empresário pode enfrentar resistência dos mesmos e queda na produtividade, se não houver compatibilidade com o novo líder. Também pode ocorrer resistência por parte dos clientes já consolidados que não aprovam a nova marca, seja pelo preço, pelo atendimento, entre outros.
Além do mais, essa decisão não depende somente da empresa que deseja comprar, mas também da empresa que será comprada.
O licenciamento de produtos por sua vez pode representar uma boa oportunidade para aumentar a presença de mercado e divulgar a marca. Mas essa não é uma opção para todos os negócios. Ademais, é um processo que envolve um rigoroso planejamento de logística e custos altos de abertura de mercado, além de ser um modelo que não permite padronização.
Modelo de franquias
Nosso quarto modelo é a expansão por meio de franquias. Ele oferece como vantagens o equilíbrio entre os fatores: custo, controle e crescimento. O modelo de franquias também exige investimento. Mas esse é geralmente menor do que nos outros modelos, já que o empresário precisará investir na formatação e estruturação da franqueadora, mas não na operação, pois, esse investimento será feito por terceiros.
As franquias também são lucrativas para o franqueado e franqueador. O primeiro com os lucros do negócio e o segundo com os royalties ou remuneração pelo uso de marca. O modelo, se bem construído, garante a padronização dos serviços/ produtos e uma boa divulgação da marca.
No entanto, os cuidados principais para a garantir a efetividade do modelo são: escolher bons franqueados; escolher uma empresa confiável para a formatação do negócio; realizar a expansão de uma forma gradual para que se tenha controle de todas as unidades; já que, expansões muito agressivas acabam provocando uma falta de controle e insatisfação por parte dos franqueados que não recebem o suporte ideal para obter bons resultados na operação.
Por fim, é indispensável entender o foco do empresário. Ele deverá visar o desenvolvimento de boas estratégias de marketing, a otimização e melhoria dos processos e o modelo de gestão e não mais a operação de um negócio.
Isso resulta na mudança de estilo de vida e dos objetivos da empresa.
Dessa forma, para analisar as vantagens e desvantagens de cada modelo, é importante realizar uma análise aprofundada do negócio. Além disso, também é preciso fazer um planejamento dos objetivos que pretendem ser alcançados com a expansão empresarial.
Hoje, um dos conceitos do mundo do marketing é a ideia do nosso “terceiro lugar”. Depois da nossa casa e do trabalho/escola, as cafeterias ao longo do tempo têm se tornado o terceiro lugar onde passamos a maior parte do nosso tempo.
Todos nós adoramos nossa casa, onde passamos a maior parte do nosso tempo e todos temos que, por um bom tempo da vida, trabalhar ou estudar. Por isso, acabamos passando uma grande parte do nosso tempo nesses lugares. Mas o terceiro lugar é aquele onde vamos porque escolhemos estar presentes. As pessoas o elegem para se divertir, conectar-se com mundo, verem e serem vistas.
Para alguns, pode ser uma academia, um restaurante, um parque, uma cafeteria, a exemplo da Starbucks, que disseminou este conceito desde sua primeira loja, em Seattle.
Café na capital
O Relatório Internacional de Tendências do Café, de dezembro de 2016, apontou a consolidação da Terceira Onda do café. Ela está ligada à percepção deste produto como algo artesanal e diferenciado por inúmeros atributos, como qualidade, origem, torra e método de preparo, além de ser consumido em lugares especiais.
Seguindo esse movimento, Belo Horizonte, a capital mineira do pão de queijo, tem feito uma bela dobradinha entre este produto e um bom café. Normalmente em estabelecimentos que buscam proporcionar uma experiência diferente para seus clientes. É fácil encontrar cafeterias que servem um café com as características acima citadas. Impulsionado por consumidores cada vez mais preocupados com a origem e com o crescimento dos produtos artesanais.
Este conceito também se conecta a um outro aspecto – o da saudabilidade. Eventualmente, o consumidor opta, cada vez mais, pela combinação do alimento mais gostoso com o mais saudável.
A decisão de compra do consumidor mudou muito e tem sido, cada vez mais, de comprar um alimento com mais atributos. Podem até ser mais caros, mas se for carregado de história, experiência, exclusividade e sustentabilidade, são reconhecidos e valorizados. Esta tendência tem sido uma grande oportunidade para a propagação deste modelo de cafeterias.
Cafeterias especializadas
A abertura de cafeterias especializadas em extrair o melhor do grão mostra que a busca por cafés especiais se firma como uma realidade. Enfim, não mais uma tendência.
Trata-se de um enorme potencial a ser explorado. Uma vez que, pouco mais de uma dezena de casas na capital mineira oferece ao cliente informações sobre o café especial.
O cliente passa a conhecer sobre a origem do grão, suas características, histórias do produtor e modelo de produção. Além disso, conhece também a escolha do método de preparo – do tradicional cafezinho de coador a extrações mais sofisticadas. Por exemplo, o aeropress, chemex e prensa francesa.
Estes consumidores estão afoitos por informações. E valorizam também o contato com o barista. Este é o profissional que prepara o café e é capacitado para falar sobre as peculiaridades de cada tipo de café, assim como dos métodos de extração.
A carta dos cafés servidos nestes estabelecimentos é vasta e renovada com frequência. Por isso, a variedade dos grãos disponíveis para os clientes é de alta qualidade.
Outro ponto que vale a pena ser destacado é que algumas das cafeterias já comercializam os equipamentos e insumos para o preparo do café em casa. Em suma, isso mostra o interesse das pessoas em aprofundar conhecimento e aumentar o consumo de cafés especiais.
Nano cafeterias
Um outro modelo de negócio que já pode ser visto nas ruas de Belo Horizonte são as nano cafeterias. Pequenos espaços, de aproximadamente 2 m², que também podem ser conhecidas como cafeterias “to go”. Elas são balcões de atendimento voltados para calçada. Apesar do tamanho, oferecem grãos nobres que chegam às xícaras saídos de máquinas de espresso italianas. Estas são as mesmas utilizadas nas melhores cafeterias do mundo.
Este tipo de cafeterias está em consonância com a tendência do “poupe meu tempo”. O cliente otimiza seu tempo consumindo o produto enquanto realiza outra atividade. Nos dias de hoje, tempo é dinheiro!
O fundamental nisso tudo é que as cafeterias continuem a oferecer uma experiência única e diferenciada. Principalmente voltada para o consumo de café de origem, com histórias e atributos que surpreendam e atendam. Cada vez mais, as expectativas e necessidades dos consumidores.
As empresas contemporâneas e atualizadas possuem presença na web e conseguem medir seu sucesso a partir da definição de métricas. Elas são analisadas pelo Google Analytics. Uma ação fundamental para presença web dos negócios é a criação e manutenção de seus websites. Seja com a atuação em e-commerce, ou via site institucional. Todos os sites lutam por um objetivo comum: a relevância. Em resumo, todas querem ficar bem ranqueadas no Google Search. Estar presente, logo na primeira página de busca, significa a possibilidade de aumentar vendas, fechar mais negócios e estar mais visível do que os concorrentes. Então, vamos entender como algumas métricas funcionam e como elas são importantes para sua empresa.
Relevância e mensuração
Para chegar na tão sonhada relevância na web, as empresas utilizam variadas estratégias e táticas de Marketing Digital. Por aqui, temos um exemplo na Escola do Sebrae. Nela, combinamos esforços de comunicação integrada de marketing. É um esforço que precisa ser contínuo e apresenta uma dinâmica na geração de interações com público-alvo e de conteúdo.
Por isso, uma das estratégias utilizadas é o Marketing de Conteúdo. Ele pode combinar canais digitais do negócio como: site, YouTube, Instagram, Facebook, Linkedin entre outros, com o uso de hashtags em um cuidadoso trabalho de SEO. Mas, tudo isso só vai se mostrar efetivo, se impactar nas vendas. E também atingir o público certo, auxiliando na construção da imagem e relacionamento do negócio com clientes e mercado. Como alcançamos bons resultados? Medindo os acessos de nossa página na internet. Isso é feito a partir do uso do Google Analytics, que você também pode usar no seu negócio.
Ao implantar o código do Google Analytics no site da empresa, é possível acompanhar o desempenho dos conteúdos e interações dos usuários. Com acesso aos dados, o gestor consegue fazer análises. A partir daí, o uso da solução auxilia na gestão de recursos e adequação de ações digitais no site.
O que é o Google Analytics?
O Google Analytics é uma solução gratuita. Ele garante, a leitura dos dados de acesso dos usuários ao gestor da página web do negócio. Os usuários são os que visitam, clicam, compram, comentam, enviam formulário em sua página. Ou seja, são aqueles que interagem com o site da empresa. Os clientes constroem uma relação com a empresa, ao longo do tempo. O que permite oito análises fundamentais:
Número de acesso da página principal.
Momento de atração dos usuários.
Forma com que chegam ao site.
Locais de origem de acesso.
Páginas e conteúdos acessados.
Tendências de acesso ao longo do tempo.
Dispositivos que geram melhores resultados e
Habilidade do site em manter usuários conectados.
Estas oito métricas podem ser conferidas diretamente num painel do Google Analytics. Elas também podem ser selecionadas a partir de um menu de relatórios, que contém dados sobre: o público, a aquisição dele, seu comportamento e as conversões realizadas.
Em cada item do menu é possível ainda ter acesso a mais tipos de relatório. Outra funcionalidade bem apreciada é a personalização de relatórios. Neste menu é possível construir os relatórios sob medida de cada negócio.
Métricas fundamentais
1 – Página inicial
A homepage do site é muitas vezes o primeiro local acessado pelo usuário. Ele pode chegar nesta página de algumas formas:
– direta (digitando, por exemplo, o www.sitedonegocio…com.br),
– link patrocinado;
– busca orgânica (ele pesquisou o nome do seu negócio em algum site de busca).
Nesta última forma, dependendo do desempenho, o gestor da empresa pode descobrir que precisa melhorar seu SEO. Também é possível perceber que é necessário investir em divulgação digital de seu site. Isto pode ser feito por meio de campanhas, ad words, ad sense, por exemplo.
De seu design bem ajustado e composição clara de tópicos dependem os próximos cliques de navegação no site do negócio. É possível acompanhar, em tempo real, os acessos ou configurar um período para análise. Vamos a um exemplo de visão de acesso dos últimos sete dias.
Neste exemplo, percebemos quantos usuários visitaram o site nos últimos sete dias. Quantas sessões foram acessadas, qual é a taxa de rejeição, e qual é a duração de cada sessão. Ao comparar esses dados ao longo do tempo, você pode perceber se as pessoas estão passando mais ou menos tempo nas páginas, por exemplo. O que pode indicar o interesse por um conteúdo específico, ou não.
2 – Quando os usuários visitam seu site?
O usuário possui hábitos de acesso baseados em horário e dias da semana. Nesta funcionalidade é possível identificar quais momentos de maior acesso. Assim, gestor do site pode coordenar publicação de conteúdos ou prestação de serviço (ex: chat online) baseado no comportamento do usuário.
Neste exemplo, percebemos que há concentração de usuários especialmente entre 8 e 10 da manhã, por exemplo. Isso pode indicar um bom momento para realizar ações ao vivo online. O que pode ser inserido na estratégia de marketing, agregando valor junto a outras ações.
3 – Como você atrai usuários?
O site da empresa pode atrair usuários por meio orgânico, link patrocinado ou acesso direto. Entretanto, há uma série de possibilidades por meio de outros canais. Podemos citar como exemplos de local de atração: redes sociais, menção em sites e redes de parceiros. Portanto, é fundamental analisar, por exemplo, qual é a mídia social da empresa que mais atraí usuários para o site.
Outra análise possível, por exemplo, é verificar que tipo de conteúdo trouxe usuários a partir de determinadas mídias. O Google Analytics permite uma série de análises para a gestão eficaz do site da empresa. Isto é relevante, porque as mídias desempenham importante papel na atração de usuários. No exemplo abaixo, vemos que a atração via mídias é bem relevante. Isto indica a importância de ter uma estratégia de marketing digital que inclua essas ferramentas na divulgação do negócio.
4 – Onde estão seus usuários?
Esta função pode enganar o gestor de site menos experiente. Ele vai acreditar que apenas “países” são mensurados como origem de acesso por usuários. Entretanto, basta clicar um pouco mais e descobrir que o Google Analytics já fornece a cidade de origem. No caso de pequenos negócios. A análise destes dados é uma oportunidade para os pequenos negócios, pois pode indicar os locais onde pode-se melhorar a divulgação da empresa, por exemplo.
Veja esta análise muito interessante para saber a segmentação de idade por localidade.
Exemplo: concentração de acesso ao site por faixa de horário e dia da semana. E a possibilidade de verificar por cidade e idade do usuário.
5 – Quais páginas seus usuários visitam?
A estratégia de Marketing de Conteúdo do negócio só vai ser efetiva se for possível mensurar posts e páginas. Empresas que só atuam em redes sociais, e não possuem site próprio, perdem muitas oportunidades de novos negócios. Já empresas que possuem sites profissionais conseguem medir quais de seus conteúdos e interações rendem mais ou menos. E ainda sabem dizer que público acessou por qual canal.
Exemplo: leitura de acesso de páginas de um site num recorte de tempo – gestão online de conteúdos.
6 – Quais são as tendências dos seus usuários ativos ao longo do tempo?
Uma funcionalidade apreciada da solução é a possibilidade de acompanhar tendências dos usuários ativos ao longo do tempo.
Exemplo: leitura de tendências de usuários ao longo do tempo.
7 – Quais são os dispositivos que geram os melhores resultados?
Pode parecer uma função limitada porque não há tantos dispositivos para acessar site. E ainda os relógios, geladeiras e outros dispositivos de iot não aparecem nesta funcionalidade. Mas ainda assim é interessante saber se desktops ou celulares são os canais que mais acessam seu site. Uma coisa é certa, seu site precisa ter design responsivo ou mesmo já apresentar versão app para aumentar as oportunidades e qualidade de acesso pelo usuário.
Exemplo: resultado de acesso por dispositivo.
8 – Qual é seu desempenho na retenção de usuários?
Uma habilidade que o gestor e seu site devem possuir é a retenção de usuários. Você está na concorrência pelo tempo do usuário. Tanto o tempo por cada sessão de acesso, quanto pelo acesso ao longo da vida do usuário. Daí estratégias digitais, de marketing de conteúdo ou outras devem fornecer elementos de interesse do usuário. Medir esta retenção indica o quão relevante é seu site para o seu cliente.
Exemplo: retenção de clientes – desafio dos sites contemporâneos
Muito mais do que 8 métricas para seu negócio
O Google Analytics atual fornece muito mais do que as oito métricas comentadas até aqui. A empresa pode acessar muitas outras leituras a partir do menu lateral que fornece: PÚBLICO, AQUISIÇÃO, COMPORTAMENTO e CONVERSÕES. Ao clicar em cada um deles outras opções aparecem.
Exemplo: menus laterais vão fornecer muito mais do que 08 métricas para seu negócio.
Para saber mais de Google Analytics
Apresentei aqui uma pequena parte das possibilidades na solução. O bom é que você só vai aprender fazendo, desde a instalação em seu site até as primeiras leituras de relatório. Fica a dica: instale o quanto antes. Para saber como instalar visite site de suporte da Google.
Você vai precisar editar o HTML de seu site. Dependendo de como ele está estruturado o mais recorrente é a inclusão do código do Google Analytics no index.html do seu site.
Se você preferir seguir a diante por meio de cursos e vídeos tutoriais há uma novidade: o Google Analytics Academy.
Uma série de cursos gratuitos são disponibilizados para você aumentar suas habilidades na solução.
O processo de inovação de empresas base tecnológica funciona como uma espécie de mola propulsora do desenvolvimento econômico. A transformação sistêmica de conhecimento em serviços, produtos e processos, melhora o padrão de vida das pessoas. Isso gera emprego e renda de qualidade. Assim, o empreendedorismo inovador é um tema cada vez mais estratégico para a sociedade. No país, infelizmente, é senso comum que ainda exista um gap entre ciência e mercado.
As empresas de base tecnológica são entendidas como empresas que baseiam suas atividades no uso intensivo de conhecimento científico ou tecnológico. A princípio, para isso, utilizam técnicas avançadas ou pioneiras no desenvolvimento de bens e serviços, com alto valor agregado. Desta forma promovem o desenvolvimento científico e tecnológico de um setor ou mesmo de um país.
Para facilitar o processo de inovação, precisamos conhecer os principais mecanismos de geração de empreendimentos inovadores. Como exemplo, podemos citar: incubadoras de empresas; aceleradoras. Além destes, há outros que são responsáveis pela criação, pelo apoio e pela consolidação das empresas de base tecnológica.
Base de empreendimentos inovadores
De acordo com o estudos dos ambientes de inovação em Minas Gerais: empresas, incubadoras de empresas e parques tecnológicos, realizado pelo Núcleo de Tecnologia de Gestão da Universidade Federal de Viçosa, a base para empreendimentos inovadores está contida em pelo menos três tipos de entidades diferentes. Vamos entender o conceito de cada um deles.
Incubadoras
São entidades promotoras de empreendimentos inovadores. Elas têm por objetivo oferecer suporte para que eles possam desenvolver ideias e transformá-las em empreendimentos de sucesso. Para isso, oferece infraestrutura, capacitação e suporte gerencial.
A partir disto, orientam os empreendedores sobre aspectos administrativos, comerciais, financeiros e jurídicos. Alem disso, também orientam sobre questões essenciais ao desenvolvimento de uma empresa.
Aceleradoras
São mecanismos, geralmente privados, de apoio a startups. Normalmente, não estão ligadas a centros acadêmicos. Elas são mais focadas em negócios altamente escaláveis – que podem crescer rapidamente e obter investimento.
São lideradas por empreendedores e empresários com sucesso prévio, capacidade de investimento próprio ou financiadas por capital de risco. Por isso, agregam, em seu entorno, empreendedores, investidores, pesquisadores, empresários, mentores de negócios e fundos de investimento.
Parques tecnológicos
São complexos produtivos industriais e de serviços de base científico-tecnológica. Eles são planejados, de caráter formal, concentrados e cooperativos. Além disso, agregam empresas cuja produção se baseia em pesquisa tecnológica desenvolvida nos centros de P&D vinculados ao parque.
Tratam-se de empreendimentos promotores da cultura da inovação; da competitividade e do aumento da capacitação empresarial. Tudo isso fundamentado na transferência de conhecimento e tecnologia. Além disso, o objetivo é o de incrementar a produção de riqueza de uma região.
As empresas de base tecnológica de todo o mundo contam com o apoio e o suporte de incubadoras de empresas, parques tecnológicos, aceleradoras e outros. Esses mecanismos de geração de empreendimentos inovadores oferecem infraestrutura e serviços. Por sua vez, estes fortalecem as competências das empresas, tornando-as sustentáveis e competitivas num cenário internacional.
Todos os tipos de mecanismos são importantes e complementares. Isto porque já possuem papéis, atividades, práticas e estruturas diferentes. Tudo para o suporte aos empreendimentos. Isso é essenciais aos países que desejam ingressar na era do conhecimento e da indústria 4.0 e fortalecem os ecossistemas de inovação.
Desenvolvimento que gera valor
O desenvolvimento de empresas de base tecnológica e suas tecnologias inovadoras competitivas é um importante mecanismo para o Estado e o país. A partir deles é possível alcançar maior participação no mercado internacional. E deste ponto, gerar produtos, processos e serviços de alto valor agregado.
Nesse sentido, materializar a acumulação tecnológica, na forma de produtos e processos inovadores. Estes são destinados à sociedade. O que constitui um dos mecanismos mais eficientes de se promover o desenvolvimento econômico de países e regiões.
É de conhecimento que o Brasil é um dos países com menor grau de inovação, geração de patentes e investimentos em P&D – Pesquisa e Desenvolvimento e Minas Gerais tem se destacado no que diz respeito à tecnologia e inovação. Logo, isso demonstra que o Estado é um local fértil para consolidação desses empreendimentos inovadores.
Igualmente, de acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Startups em parceria com a Accenture, Minas Gerais é o terceiro maior polo de startups do Brasil. O Estado supera o Rio de Janeiro, ficando atrás apenas de São Paulo e Santa Catarina. Esse resultado mostra a maturidade do ecossistema de inovação do Estado.
Além disso, na lista das cidades com o maior número de startups no Brasil, Belo Horizonte, a capital mineira, aparece em 3ª posição. Além disso, o município de Uberlândia, localizado no Triângulo Mineiro, aparece em 6ª colocação.
Por conseguinte, no que se refere à eficiência, isto é, à capacidade de gerar startups em relação ao PIB, no Estado de Minas Gerais destacam-se os municípios de Itajubá (1º), no Sul de Minas, e Uberaba (6ª), no Triângulo Mineiro.
Leia Mais!
Saiba tudo sobre Inovação para pequenas empresas em nossa página especial sobre o assunto. Aprenda a gerir e implementar uma cultura da inovação em seu negócio, desmistificando o conceito de que inovar é coisa apenas de empresa grande ou de tecnologia.
Confira os materiais disponíveis sobre inovação
Selecionamos os melhores materiais do Sebrae Minas sobre inovação e tecnologia para você colocar em prática as melhores ideias inovadoras no seu negócio. Boa leitura!
O mercado está cada vez mais competitivo, por isso os consumidores estão se tornando ainda mais exigentes. Além disso, a busca pela inovação deve ser uma constante na vida de empreendedores e empresários. Mas como inovar seu negócio?
Micro e pequenas empresas podem se beneficiar com a implementação de soluções simples, criadas por negócios com foco em inovação. Não raro, este é o foco de algumas startups, que desenvolvem plataformas e aplicativos. Suas soluções se propõem a aumentar a eficiência dos negócios.
Neste artigo, vamos apresentar algumas soluções que podem ajudar a melhorar seu negócio a partir de soluções inovadoras. Eventualmente, elas podem ser usadas em micro e pequenas empresas, tornando-as mais produtivas e rentáveis.
Soluções para inovar
As statups têm se dedicado às mais diversas frentes. Inclusive, há aquelas que têm foco em gestão de pessoas, desburocratização. E existem também às que se dedicam à inovação e à melhoria da organização financeira.
Confira alguns produtos e serviços oferecidos por startups que podem igualmente melhorar o dia a dia do seu negócio.
1. Organização de notas fiscais
A Arquivei é uma plataforma que traz inovação na organização das notas fiscais. Estas podem ser emitidas ou recebidas pela empresa. E também podem ser tanto físicas quanto eletrônicas. Neste sentido o aplicativo permite maior controle dos documentos e consequentemente das finanças.
A solução estabelece uma conexão direta com a Secretaria de Fazenda de cada Estado. Desta forma busca todas as informações das notas fiscais emitidas e recebidas por determinado CNPJ.
A Arquivei melhora o dia a dia de empresas e contadores, pois facilita o cumprimento da legislação referente à obrigatoriedade da consulta e do armazenamento de documentos fiscais. Assim sendo, ela tem diversos relatórios automáticos, os quais otimizam os processos e ajudam na tomada de decisões quanto às finanças, compras e contabilidade da empresa.
2. Atendimento telefônico
A Atende Simples é uma startup carioca, que leva inovação para empresas sem recursos para estruturar seu setor de telecomunicações. Sobretudo, ela atua mais especificamente em relação à parte de atendimento ao cliente.
A startup oferece inovação em sistemas automatizados. Eles são baseados na nuvem, que permitem às empresas implantarem um atendimento telefônico profissional. Tudo de forma simples e completa.
A solução da Atende Simples pode ser implantada de forma rápida, com mais recursos e flexibilidade, uma vez que a empresa oferece todas as funcionalidades que o mercado tradicional costuma contratar de terceiros por preços pouco acessíveis.
Por isso, a simplicidade e a facilidade são os seus principais diferenciais, porque uma estrutura tradicional pode levar meses para ser implantada. O que envolve diferentes fornecedores a um custo muito maior.
Ela também resolve alguns dos problemas usuais que as pequenas empresas têm. Tais como: a divulgação de vários telefones locais ou somente um celular para contato, a reclamação de clientes sobre o custo do DDD. Além disso, a pontuação sobre tentar ligar e não conseguir falar.
3.Gestão financeira
A Nibo é uma plataforma online de gestão financeira para pequenas e médias empresas. Ela promete mais integração entre a empresa e o escritório de contabilidade.
Por meio dela é possível realizar atividades como: emissão de notas fiscais eletrônicas e boletos bancários; consulta ao fluxo de caixa; integração com sistema de contabilidade de forma mais ágil. Por isso é possível integrar documentos contábeis e fiscais de forma eficiente.
Os diferenciais do software são a simplicidade, a facilidade de uso e a qualidade dos relatórios de gestão. O que aumenta a transparência do processo de contas a pagar e a receber.
A Nibo também permite criar diferentes perfis de acesso. O que organiza as informações financeiras de acordo com a responsabilidade de cada membro de uma esquipe.
Neste cenário, empreendedores e empresários contam com as soluções da Resultados Digitais. A empresa criou uma plataforma de automatização de marketing. Ela auxilia as empresas a captar potenciais clientes e realizar vendas.
O RD Station é um sistema completo de marketing e vendas. Ele automatiza diversas ações, como criação de páginas atração de potenciais clientes, e-mail marketing e mídias sociais.
Por meio dela, a empresa pode analisar os resultados, identificando as ações que estão funcionando e conquistando mais clientes.
5. Recursos Humanos
O Convenia é um software na nuvem de gestão de pessoas. Ele tem como objetivo implantar a inovação no setor de RH. Isto é feito por meio da desburocratização e da eliminação de perdas operacionais, trabalhistas e financeiras.
A plataforma de automação centraliza todas as informações dos colaboradores. O que facilita o controle de férias; a administração de desligamentos; as contratações e as rotinas do departamento pessoal. Além disso, a plataforma oferece soluções de gestão de benefícios.
Segundo a empresa, a plataforma é capaz de reduzir o tempo nos processos realizados pelo RH, aumentando a eficiência e o engajamento dos profissionais.
6.Entrega em domicílio
O aplicativo “Eu Entrego” é um exemplo de economia colaborativa. Ele se posiciona como uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo de entrega de produtos.
Ele surgiu para ajudar as empresas que precisam entregar produtos. Para ajuda-las ele conecta as pessoas a uma comunidade de entregadores independentes. Estes, por sua vez, atuam todos os dias da semana. Portanto, a ideia do projeto é possibilitar que até mesmo pessoas comuns realizem entregas. O que pode ser feito durante seu percurso cotidiano, como o trajeto para ir e vir do trabalho.
A startup pode ser uma solução para as empresas que precisam entregar itens com baixo custo e eficiência. O que pode aumentar a satisfação dos clientes. Além disso, o aplicativo tem um lado social, pois gera trabalho para quem busca complementar sua renda.
7. Serviços financeiros
A Cobre Fácil é uma startup que tem o propósito de levar inovação aos serviços financeiros. Portanto, oferece plataforma online única, independente de bancos e com valores acessíveis. Mais importante neste contexto, é que a startup é direcionada a autônomos, como os MEI e franqueadores de micro franquias, com o intuito de facilitar o recebimento de pagamentos via cartão de crédito e boleto bancário.
Além da emissão de boletos, ela realiza a gestão de carnês e mensalidades, envia alertas de cobranças e personaliza as faturas, entre outras funcionalidades.
Uma das principais vantagens é que o cliente paga apenas quando o boleto for pago, sem custos de emissão, baixa, cancelamentos e segundas vias.
Quer saber tudo sobre o ecossistema de startups e descobrir os primeiros passos para montar a sua?
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