Gestão de pessoas não é privilégio das grandes corporações. Também não é tarefa simples, uma vez que gerir equipes não é fácil. Porém, muito mais difícil para o negócio é administrar a desmotivação das pessoas, a alta rotatividade e os custos decorrentes dela.
Empresas de pequeno porte possuem uma vantagem competitiva muito importante: a facilidade de agir com mais rapidez diante de qualquer situação. É inteligente aproveitar essa vantagem. Pensando nisso, listamos alguns erros que são cometidos em gestão de pessoas e formas de corrigi-los.
Erro 1: Falta de critérios na contratação
Esse é o mais comum nas micro e pequenas. Em muitas delas, esse processo é negligenciado e como resultado as equipes são formadas contando apenas com a sorte. Outro erro é a contratação de parentes ou de profissionais com base exclusiva em indicações, observando apenas o requisito “ser de confiança”.
O resultado costuma ser profissionais que não atendem às necessidades técnicas e comportamentais necessárias à função. Não raro, eles também não compartilham dos valores e da missão da empresa. Resultado: desligamentos constantes.
E este ciclo contrata / treina / demite / contrata / treina / demite gera custos altíssimos para a empresa, tais como: desmotivação da equipe, insegurança no ambiente de trabalho, sem falar no financeiro.
Para acertar:
Invista em um processo seletivo criterioso.
Primeiro defina as tarefas, responsabilidades, as competências técnicas e comportamentais necessárias ao desempenho de cada função.
Contrate com base nas definições criadas. Será muito mais fácil encontrar profissionais que se identifiquem com o negócio.
Vai levar mais tempo que uma simples entrevista. Mas o tempo “se paga” com a permanência dos profissionais na empresa por períodos mais longos e com suas entregas.
Erro 2: Falta de treinamento da equipe
Há uma crença de que treinar os profissionais é perder tempo, pois eles acabam deixando a empresa. Não seja ingênuo!
De nada vai adiantar ter um processo de recrutamento e seleção assertivo se não houver espaço para melhorias através do aprendizado constante. Treinar é garantir que os valores e os processos que você criou para empresa vão se manter. Acrescente a tudo isso o fato de que bons profissionais deixam empresas onde não há possibilidade de adquirir conhecimento e você perceberá a importância do treinamento.
Para acertar:
Crie espaço para o aprendizado constante.
Oportunize o conhecimento sistêmico do negócio (seus objetivos e metas). A empresa ganha quando os colaboradores entendem o todo, e não apenas sua parte.
Incentive o colaborador a transformar esse aprendizado em ação.
Erro 3: Falhas de comunicação interna
Com a rotina corrida, muitos empresários acabam não realizando reuniões de alinhamento com a equipe. Outros fazem de maneira tão rápida que geram mal-entendidos, desequilibrando as relações de trabalho e prejudicando a produtividade de todos.
É também comum a falta de feedback tanto da equipe, quanto individual. Essa falha contribui para a desmotivação do colaborador, que se sente perdido, sem saber se suas tarefas são apreciadas pelos gestores. O feedback é uma ótima ferramenta de comunicação.
Para acertar:
Invista em reuniões de alinhamento. Nelas, informe metas gerais da empresa, apresente novas normas e procedimentos, alinhe condutas no atendimento ao cliente, ou seja, mantenha os colaboradores informados sobre a empresa.
Use o feedback para reconhecer o bom desempenho do profissional, assim como corrigir e mudar o que não é interessante para empresa e para o profissional.
Ouça a equipe sobre formas eficientes de troca de informação.
Erro 4: Incoerência na avaliação de desempenho
A gestão do desempenho do colaborador é um ponto onde erros que são cometidos. Os mais comuns são foco excessivo em resultado, metas impossíveis, tarefas que estão além da capacidade técnica do colaborador e sobrecarrega da equipe.
Essa postura acaba comprometendo o resultado e o gestor pode até fazer o desligamento de pessoas de forma equivocada.
Para acertar:
Defina metas e objetivos claros, e comunique à toda equipe;
Avalie o desempenho, reconhecendo as entregas individuais e da equipe;
Faça a avaliação com frequência de acordo com os objetivos, evitando avaliar apenas ao final do período determinado;
Um processo assertivo de avaliação do desempenho é atrelado a um bom feedback, lembre-se de se preparar para ele;
Em caso de metas não atingidas, avalie junto aos profissionais os motivos do desempenho inferior ao proposto. É comum que isso aconteça por falta de capacitação, falta de entendimento da meta ou metas irreais;
Ajuste os esforços, de maneira a atingi-la, ou seja, use o momento para avaliar junto aos colaboradores o que é preciso melhorar para chegar ao desempenho esperado.
Erro 5: Dificuldade de relacionamento
Relacionamentos muito próximos dos seus colaboradores podem confundir as posições. Ter uma boa convivência onde haja confiança e respeito é muito diferente de ser “amigo”. Para que isso não aconteça, o papel do líder deve estar bem definido.
Como líder você é exemplo e por isso não deve priorizar promoções, aumento salarial ou delegar tarefas levando em conta seu relacionamento de amizade ou preferência. Você pode até confiar mais em determinado funcionário por causa das suas afinidades, mas a competência dos outros não pode ser desconsiderada por isso.
Para acertar:
Tenha regras claras de conduta e atividades definidas por cargo;
Estabeleça indicadores para medir o desempenho específico por função, assim, afinidades serão menos importantes que entregas e todos perceberão o que motiva as decisões de promoção ou demissão;
Envolva as pessoas na busca pela melhoria e qualidade dos processos internos, produtos e serviços.
Lembre-se: a gestão de pessoas deve estar sempre alinhada à estratégia do negócio. Se você identificou nesta lista algum erro que acontece na sua empresa, estabeleça prioridades, monte um plano de ação e acompanhe a sua execução! Como foi possível ver, negligenciar a gestão de pessoas pode impactar os resultados da empresa.
Feedback é uma palavra da língua inglesa, que significa “realimentar ou dar resposta a uma determinada solicitação ou acontecimento”. Quando realizado de forma assertiva, é uma excelente ferramenta de gestão de pessoas. Por meio do feedback é possível identificar pontos de melhoria, traçar metas para correção dos mesmos e alinhar o desempenho profissional aos objetivos do negócio.
O feedback é uma ferramenta séria e que envolve pessoas. Uma vez que é somente por meio delas que empresas atingem excelentes resultados, é preciso desenvolvê-las e estimulá-las. Fazer do feedback um hábito, parte da cultura da empresa requer líderes comprometidos com o processo e traz como resultados engajamento e melhoria na comunicação.
Criar um ambiente de confiança e motivação, onde o colaborador se sinta encorajado a assumir um papel de protagonista, identificando soluções e adotando uma postura proativa, é tarefa do líder. Tarefa essa que vale a pena! Então, se você quer uma equipe engajada invista no feedback!
Dicas um feedback eficaz
1.Prepare-se!
Planejamento é fundamental neste momento. Não dá para fazer feedback no improviso. Defina um roteiro. Escreva e organize tudo o que precisa ser dito. Faça o registro dessa conversa e anote os pontos importantes. Reserve local e hora para este momento e providencie um ambiente onde não haja interrupção. Comunique o colaborador sobre o feedback com antecedência.
2.Comunique-se bem
O feedback é um processo de comunicação. Exponha as situações de maneira clara, utilizando uma linguagem de fácil compreensão e com a máxima tranquilidade e naturalidade possível. Busque criar um clima amigável. Trate o colaborador com respeito, estabelecendo uma relação de confiança, para diminuir as barreiras de comunicação.
Deixe claro que o que será avaliado é o trabalho, ou seja, como o colaborador está atuando naquela atividade específica. Inicie a conversa reconhecendo seu desempenho, suas competências e atitudes que tem contribuído para o sucesso da empresa.
Quando for expor os pontos de melhoria, tenha empatia. Coloque-se no lugar do colaborador e pense em todas as reações possíveis diante da crítica. Falhas devem ser tratadas como aspectos que devem ser melhorados.
Para todas colocações (positivas ou que necessitam de melhoria), exponha o contexto, exemplifique o comportamento observado e mostre os impactos dessa postura na equipe e na empresa. Sempre utilize exemplos concretos, dados, fatos, argumentos consistentes e reais. Evite a subjetividade.
Seja objetivo nas ponderações, evitando que cada ponto leve a outros rumos que não são pertinentes no momento do feedback. A conversa precisa ser concisa e assertiva. A preparação o ajudará a se manter no foco.
Evite comparações com colegas pois isso acaba desmotivando o colaborador.
Verifique como ele recebeu e se entendeu a informação. Não passe para outro item sem antes ter certeza de que ele tenha realmente entendido suas colocações.
3. Ouça
Este momento é uma excelente oportunidade para troca de informações e compartilhamento de experiências. O(A) colaborador(a) pode ter ótimas sugestões para alavancar o desempenho da empresa.
Solicite feedback ao avaliado sobre o seu desempenho como gestor. Resista à tentação de refutar o que for colocado. Apenas ouça e reafirme o compromisso em pensar em tudo o que tiver sido dito.
4.Defina um plano de ação!
Faça junto com o colaborador um plano, definindo as ações necessárias para conseguir as mudanças apontadas, como e quando devem ser implementadas. Lembre-se também de definir indicadores que servirão para medir se os objetivos estão sendo alcançados.
5.Faça o acompanhamento!
Já deixe agendado o próximo encontro. Para ter sucesso, o feedback precisa tornar-se um hábito dento da empresa. Nos encontros seguintes, estimule a continuidade das mudanças positivas, reforçando os resultados alcançados. Dê feedbacks diários e informais. Coloque-se à disposição para ajudar sua equipe.
Seguindo corretamente esses passos, você e seus colaboradores perceberão que a cada encontro a conversa segue mais clara e com melhores resultados. Como quase tudo na vida, a prática do feedback vai nos deixando mais aptos e assertivos.
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Gestão de pessoas – infográfico sobre como gerenciar pessoas
A promoção do conhecimento e o compartilhamento de ideias e práticas empreendedoras têm crescido cada vez mais. Isso impulsiona o empreendedorismo e a inovação nas escolas por meio da educação empreendedora. Ela desenvolve as competências necessárias para que os jovens possam desenvolver negócios e compartilhar experiências.
O mindset empreendedor, modo de pensar que representa a forma como vemos e compreendemos o mundo a nossa volta, é desenvolvido por etapas (descoberta, ideação, modelagem e implantação), até que as ideias sejam concretizadas. Para o jovem empreendedor, não basta ter um negócio próspero: é preciso transformar a sociedade de alguma forma. As pedagogias empreendedoras são essenciais para nortear a construção desse pensamento. Conheça algumas delas:
Pedagogias empreendedoras
Ciclo de Aprendizagem Vivencial – CAV
Técnica composta por cinco fases: vivência, relato, processamento, generalização e aplicação. Ela relaciona a experiência com a reflexão para a formação de conceitos abstratos.
Aprendizagem por projeto
Criação e estruturação de projetos para reflexão sobre o processo de aprendizagem.
Design Thinking
Estratégia de análise de problemas e levantamento de soluções composta por cinco fases (descoberta, interpretação, ideação, experimentação e evolução) para desenvolvimento de processos criativos.
Gamificação
Utilização de elementos tradicionalmente encontrados nos games em programas diferenciados de aprendizagem de conteúdo.
Jogos cooperativos
Estrutura baseada no esforço de todos para o alcance de um objetivo comum com foco no processo e não no resultado.
Mapa mental
Ferramenta de aporte de ideias e de criatividade, baseado na associação de palavras, imagens e cores para geração, visualização e classificação taxonômica das ideias.
Sala de aula invertida
Disponibilização de conteúdo aos alunos antes das aulas para que sejam utilizados na discussão e experimentação de ideias.
A variedade metodológica contribui para enriquecer as práticas de ensino, pois é possível trabalhar diversas competências com públicos diferentes, favorecendo a colaboração, união e a criatividade. A educação empreendedora vai além de desenvolver habilidades para abertura ou gestão de empresas. Ela incentiva a busca de soluções para questões que impactam as pessoas e a comunidade.
Aprender a fazer com o outro e para o outro é uma lição. Ela pode e deve ser aprendida desde cedo. Criar ambientes colaborativos nas escolas contribui para que os jovens desenvolvam a empatia e o respeito pelas diferenças e que sejam capazes de promover grandes transformações no mundo dos negócios e na sociedade.
Saiba tudo sobre Empreendedorismo e como montar um novo negócio acessando nossa página especial sobre o assunto. Assim como passear de bicicleta, empreender é uma atitude que pode ser desenvolvida, aprendida e praticada com o tempo. E para ajudar a esclarecer dúvidas sobre o universo empreendedor, selecionamos para você informações que podem ser úteis em seu início de jornada.
Marketplace é uma espécie de shopping que funciona na internet. São sites onde há uma grande concentração de empresas. Um marketplace também tem um fluxo grande de potenciais compradores e podem ser uma parte de sua operação online.
Se uma empresa quer vender pela internet, mas não tem a estrutura necessária para uma loja própria, inserir seus produtos em um marketplace já consolidado pode ser a solução. Trata-se de uma ideia simples capaz de potencializar seu negócio. Alguns dos maiores marketplaces que existem no Brasil: Americanas, WalMart, Dafiti, Mercado Livre, Extra, Get Ninjas, iFood.
Agora que você já entendeu o que é um marketplace, vamos a algumas dicas para você começar a vender através de uma plataforma dessas.
1- Primeiro, o modelo de negócio
Assim como empreender tendo uma loja presencial, atuar em uma loja virtual também exige planejamento, estratégia, investimento e profissionalismo. Você precisa dar uma atenção especial a essa etapa antes de investir tempo e dinheiro em uma loja na internet.
É importante definir bem o modelo de negócio, testar, validar e assim ter mais certeza de detalhes importantes da operação, como público-alvo, alinhamento dos produtos ao público do marketplace escolhido, parcerias, etc. A metodologia Canvas pode ajudar a deixar as ideias mais claras.
O passo seguinte é planejar o negócio, com metas, estratégia e assim aumentar suas chances de sucesso. Com um plano de negócio para o seu projeto digital, você terá sempre onde voltar caso se desvie ou perca o foco.
2- Organize os processos de logística
Dentro do tema “logística”, estão todas as atividades voltadas para o planejamento de entrega de mercadorias, armazenamento e distribuição. Em um negócio de vendas à distância, a logística é fundamental e precisa estar também dentro de seus cálculos financeiros, de sua estratégia de marketing. Ela é um ponto central do processo.
Para conseguir sucesso na entrega é necessário definir sua rotina. Faça todas as perguntas necessárias e busque respostas: quem irá conferir os novos pedidos de venda? Qual será a pessoa que cuidará das embalagens e do empacotamento do produto? Quem será o responsável em etiquetar as embalagens? Quanto você irá pagar pelo serviço de entrega? Como atenderá ao cliente se ele quiser devolver ou trocar? Minhas vendas têm pico de sazonalidade? Que cuidados preciso tomar nesses momentos?
3 – Fique de olho na sua loja
Se você já tem um negócio físico, seu espaço no marketplace não será uma continuação dela, mas uma segunda operação. É preciso tomar muito cuidado com o estoque, para não vender o mesmo item duas vezes e não ter como entregá-lo.
Outro ponto de atenção é a concorrência. Em um mesmo marketplace você provavelmente terá vários concorrentes oferecendo o mesmo produto que você. Planeje suas ações, sempre de olho nas contas para não sair no prejuízo.
4 – Estude e escolha a plataforma de vendas
Hoje existem inúmeras plataformas de marketplace e, apesar de não parecer, são muito diferentes umas das outras. Esses detalhes serão percebidos por você ao se aprofundar na leitura dos contratos e termos de aceite e, mais ainda, pesquisando sobre cada um e fazendo comparações.
É fundamental que você tenha pleno entendimento das exigências das plataformas e se elas atendem aos objetivos da sua empresa. Em sua precificação, sempre considere as taxas cobradas pelo serviço.
E aí? Já consegue se imaginar criando uma estratégia para um marketplace?
Conte conosco para pesquisas, soluções de dúvidas, e apoio.
Bons negócios!
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É muito comum iniciar um negócio como Microempreendedor Individual (MEI), ver a empresa crescer e, com isto, perceber a necessidade de mudar a categoria da empresa em função do aumento do faturamento. Isso é ótimo, sinal de que seu negócio está de vento em polpa. Mas você conhece os limites de faturamento e sabe como funciona o desenquadramento por aumento do faturamento da sua empresa?
Para que você entenda bem esses dois assuntos ‘desenquadramento’ e ‘limite de faturamento’, é preciso relembrar as características do MEI. Trata-se de um tipo de empresa criada em 2008, que contribui para a legalização dos empreendedores informais. É verdade que favorece o recolhimento de impostos, mas também permite acesso a diversos benefícios previdenciários e ainda possibilita participar de licitações, além de comprar direto de fornecedores.
Limite de faturamento
Até 2017, como MEI, você deverá ter renda anual máxima de R$ 60 mil. Mas agora vem uma novidade! O limite de faturamento da sua empresa passará a ser de até R$81 mil em 2018. Com isto sua empresa poderá faturar mais e ainda assim usufruir das facilidades do MEI. Mas aí fica aquela dúvida: o que acontece se em 2017 seu faturamento for maior que os R$60 mil?
Desenquadramento por faturamento
Fique tranquilo! Para facilitar sua vida fizemos um esquema que explica direitinho o que vai acontecer com sua empresa caso você fature mais que o permitido para 2017. Mas lembre-se que elas valem somente para este período de transição (2017/2018). Ou seja, para a passagem do limite de faturamento até R$60 mil para R$81 mil mensais.
Confira os detalhes abaixo e veja o que acontece com sua empresa em cada caso.
Até R$60 mil
Permaneça como MEI e passe a ter uma margem de crescimento para 2018
(até R$81 mil mensais)
De R$60 mil até R$72 mil
– Envie a DASN referente a 2017;
– Pague a guia referente ao excesso de receita. Ela é gerada automaticamente ao final da DASN;
– Continue como MEI em 2018.
De R$72 mil até R$81 mil
– Procure um contador para recolher os impostos e cumprir todas as obrigações como microempresa, retroativo ao início de 2017;
– Peça o enquadramento como MEI no site do Simples Nacional, entre 01 e 31 de janeiro de 2018.
Acima de R$81 mil
– Procure um contador para regularizar a situação da empresa em 2017.
Você deverá se manter como microempresa (ME) durante 2018.
Quando migrar de MEI para ME?
A migração do Microempreendedor Individual para Microempresa pode ser realizada a qualquer momento. E é bom lembrar que além do excesso de faturamento tem outros motivos que podem causar obrigar o empresário a se desenquadrar do MEI. Isso pode acontecer quando você passa a ter um ou mais sócios, abre uma filial, contrata mais de um funcionário ou quer pagar a ele mais de um salário mínimo ou piso da categoria, etc.
Para migrar de MEI para ME (Microempresa) será necessário o auxílio de um profissional de contabilidade para realizar a migração e fazer todo o recolhimento tributário e acompanhamento fiscal da empresa.
Aproveite essas novidades e também as informações abaixo.
Confira os melhores materiais do Sebrae Minas sobre MEI
Selecionamos alguns materiais para auxiliar microempreendedores individuais (MEI) nas obrigações, gestão e questões administrativas do negócio. Bom trabalho!
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