4 dicas sobre uso de inteligência artificial no seu negócio

4 dicas sobre uso de inteligência artificial no seu negócio

O uso de Inteligência Artificial já é realidade no Brasil. Ela já pode ser vista em grandes empresas como Bradesco e Fleury e também na indústria. E como os micro e pequenos empresários podem usar esse recurso tecnológico para se destacar no mercado? Isso é o que apresento a vocês, neste artigo. Confira as dicas para realizar mudanças relacionadas às transformações digitais.

Para entender o uso da Inteligência Artificial nos negócios é preciso, antes, entender o que ela é. No contexto científico, ela é um ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar dispositivos que simulem as capacidades humanas. Entre elas estão a habilidade de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas. Ou seja, a capacidade de ser inteligente. O ponto crucial da inteligência artificial é desenvolver máquinas capazes de guardar, cruzar e analisar em tempo recorde, uma quantidade de informações, infinitamente maior do que nós humanos.

1.      Invista em seu banco de dados

A inteligência de seu negócio, está na interação com seus clientes. E para tomar decisões efetivas quanto ao aproveitamento da inteligência artificiar na sua empresa, é preciso ter informações. Independentemente do produto ou serviço que você oferece ao mercado, é preciso captar informações de seus clientes. A base da inteligência artificial são os dados. Com eles é possível gerar inteligência para seu negócio. Como fazer isso? Tenha um CRM. Ele é o coração das estratégias de marketing, vendas e relacionamento com uma empresa.

Com um sistema desses, é possível identificar tendências de comportamento de clientes, produtos e serviços mais demandados etc. Paralelamente, à estratégia da implantação do sistema de CRM, sua empresa poderá integrá-la com várias plataformas de tecnologia e de inteligência artificial para agregar valor ao processo decisório de seu negócio bem como para inovar em seus produtos e serviços, a partir das análises preditivas.

2. Invista em canais de contato.

Quanto mais canais de contato a sua empresa tiver, mais poderá interagir e captar informações de interação de seus clientes com a sua marca. Isso viabiliza o uso do Big Data para mapear e compreender plenamente seus consumidores. E também otimiza seus processos de negócios. Alguns canais de contato já são velhos conhecidos dos empresários: site, redes sociais, blog, whatsapp.

3. Invista em comunicação e experiência

Por trás de cada dispositivo de comunicação e interação, certamente há um cliente real, com sentimentos e percepções. E eles esperam, muito mais que um produto e serviço das marcas. Eles desejam experiências coerentes e inteligentes, em cada ponto de contato com as marcas.

Você ainda tem dúvidas disso? Então reflita comigo. O que os clientes esperam quando uma entrega sofre atraso, por exemplo? Eles esperam receber uma nova estimativa de entrega. E também alguma compensação pelo atraso, por exemplo um crédito ou remessa gratuita no próximo pedido. Tudo isso, sem ter de conversar com um agente de atendimento pelo telefone. É claro.

A inteligência artificial permite criar um universo completo de aplicativos de negócios. E com eles é possível fornecer experiências ao cliente, de forma mais inteligente. Seja  nas interações de vendas, no atendimento e ou no marketing. Um dos exemplos de experiência via inteligência artificial é o chat bot do Facebook. É possível programar a ferramenta para oferecer uma boa experiência de diálogo com a marca. E qual o custo disso? Nada. Várias empresas já utilizam essa facilidade para ganhar escala no atendimento. É o caso do Banco Original, que é totalmente digital e tem atendimento exclusivo pela internet.

Um ChatBot, ou robô de conversação, é uma tecnologia capaz de simular diálogos com seres humanos por meio de uma série de comando pré-definidos. A ferramenta oferece uma diversidade de vantagens, tais como:

  • Atendimento ágil.
  • Interface de familiaridade dos usuários de redes sociais.
  • Acelera a compra de produtos.
  • Excluir a necessidade da intervenção humana.
  • Ganha-se tempo e escala no atendimento.

4 – Utilize plataformas digitais

As plataformas digitais podem ser utilizadas para uma série de atividades diferentes. Por exemplo, par:

  • realizar gestão,
  • gerar receitas,
  • reduzir custos,
  • promover a inovação e colaboração.

Além disso, as plataformas digitais são um meio de ganhar velocidade para colocar seus produtos e serviços no mercado.

Hoje em dia há muitas soluções prontas com custos muito acessíveis. Existem plataformas até gratuitas para você agregar valor ao seu negócio. Existem várias deles que podem agregar valor e gerar mais inteligência para o seu negócio. Alguns exemplos são as plataformas educacionais, as de geração de conteúdo, o próprio CRM e as plataformas de e-commerce.

Digamos que a sua empresa, seja do segmento educacional. E você já chegou a um patamar em que deseja explorar um novo modelo de ensino. Se decidir começar este projeto do zero, talvez você tenha que investir muitos dígitos. O que pode colocar o projeto em risco e até inviabilizá-lo. Mas se você identificar alguma empresa de tecnologia, que já oferece toda infraestrutura pronta para você. Isso não facilita a busca pela inovação e inteligência que você almeja para sua empresa?

Inteligência artificial e futuro

Estas dicas sobre como aproveitar a Inteligência Artificial são apenas uma introdução ao que é possível. Há muito o que aproveitar da IA que pode beneficiar os negócios e a gestão deles. Isto tem foco em especial quanto à melhoria nos produtos e serviços.

Muita coisa tem acontecido no desenvolvimento de novas tecnologias e sistemas inteligentes que veem contribuir com a inclusão da Inteligência Artificial no dia a dia das pessoas.

Pode parecer ficção científica, mas trata-se de soluções inovadoras para facilitar a vida de todos. Olhe ao redor e avalie o quanto de Inteligência Artificial você consegue perceber ao seu redor. Tenho certeza que você ficará surpreso com o que vai encontrar. E também com as percepções que terá das possibilidades que a Inteligência Artificiar cria para termos serviços e produtos mais inteligentes no mercado, transformando por completo a forma com que vivemos.

E aí, gostou do artigo? Comente na área aqui abaixo e compartilhe suas observações com outros leitores. Vamos descobrir o que outras pessoas também podem nos revelar sobre o tema.

Leia Mais!

Saiba tudo sobre Inovação para pequenas empresas em nossa página especial sobre o assunto. Aprenda a gerir e implementar uma cultura da inovação em seu negócio, desmistificando o conceito de que inovar é coisa apenas de empresa grande ou de tecnologia.

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Varejo híbrido, colaborativo e outras tendências

Varejo híbrido, colaborativo e outras tendências

Você atua em um negócio de varejo e quer atrair e reter mais consumidores? Então, precisa ficar de olho na evolução que as tecnologias têm ocasionado no mercado. E precisa estar preparado para mudar a forma como se relaciona e se comunica com os clientes onde ele estiver. Algumas tendências para o varejo em 2018: varejo híbrido, parcerias e colaborações e pagamentos invisíveis.

Nesse cenário, é preciso transformar lojas físicas e os ambientes virtuais de varejo. Isso em si já não é novidade. Você já percebeu a mudança que a tecnologia causou na velocidade da informação. E também na forma como os consumidores esperam que as marcas se comportem. Então, vamos às tendências do varejo mais promissoras a partir de 2018.

Varejo híbrido

Sim, ele é a bola da vez. E o que vem a ser o varejo híbrido? Além do termo da moda para os varejistas em 2018, ele é uma inovação para o ponto de venda. Ele se refere à venda de produtos de forma híbrida. Ou seja, é a oferta de produtos de segmentos diferentes em um mesmo local, voltados para um público específico.

Para melhorar o entendimento sobre a tendência, vamos a um exemplo. Imagine uma loja de produtos farmacêuticos, focado em adultos entre 29 e 35 anos. Se este público é composto em sua maioria por pessoas solteiras que trabalham o dia todo. No modelo de varejo híbrido, a loja em questão pode oferecer ao público outros tipos de produtos. Isso tem o objetivo de otimizar o tempo do consumidor.

Desta maneira, ao mesmo tempo em que busca seus medicamentos, as pessoas podem comprar outros itens. Por exemplo, alimentos de consumo rápido ou itens de limpeza para casa, agilizando suas compras. O varejo híbrido, é então, uma oportunidade para os lojistas. Com ele é possível ampliar suas receitas, melhorar o relacionamento com o cliente e promover a fidelização.

Parceria e colaboração

Em uma economia cada vez mais de compartilhamento e colaborativa, as parcerias representam estratégia importante para os varejistas. Isso permite aumentar o faturamento e inovar na entrega e relacionamento com o cliente.

No varejo de moda, temos bons exemplos disso. Os collabs, ou lojas colaborativas, contribuem para a promoção de negócios da moda. Esse formato permite que as novidades sejam comercializadas em mais pontos de venda. Outra vantagem é o custo mais baixo, já que as despesas são divididas entre os varejistas.

Outro exemplo são as pop-up stores. Muito difundidas na Europa, elas são lojas temporárias. Elas possibilitam aos empreendedores comercializar seus produtos em lugares estratégicos, com curto prazo de duração. Além disso, os clientes têm mais opções de compra, já que podem promover marcas variadas.

Os outlet stores são lojas onde grandes marcas e grifes luxuosas vendem seus produtos diretamente ao consumidor a preços acessíveis. Geralmente elas ficam localizadas na saída de grandes cidades ou em shoppings. E têm como benefício a redução dos custos de manutenção, publicidade e lucros das redes varejistas.

Já os flagship stores ou concept stores demandam um alto investimento. Isto porque são ambientes planejados que definem a essência das marcas, de maneira inovadora. No Brasil, algumas lojas das sandálias Havaianas oferecem a customização em uma barraca de feira. Isso remete à origem popular da marca.

Traçar um cenário de tendências para o varejo em um contexto de mudanças constantes é sempre um desafio.  Se considerarmos algumas nuances do mercado, sempre será possível apontar novidades e transformações possíveis em alguns anos. Por isso, é preciso ir além e indicar mais algumas tendências indicadas por especialistas do mercado. Confira algumas delas.

Fabricação sob demanda

Produção de artigos de moda mediante encomenda online ou presencial com periodicidade programada e em menor tempo.

Exclusividade

 Produção com participação do cliente que define a escolha do tecido, cores, aplicações, etc. É importante que a marca defina o nível de envolvimento do cliente. E também o processo de escolha para planejar os custos da produção.

Pagamentos invisíveis

É o processo de compra na loja sem a interação com vendedores e caixas. O cliente experimenta e escolhe os artigos. Depois efetua o pagamento por meio de um aplicativo. Ele identifica: o código do produto, os valores e a forma de pagamento. Isso fortalece a experiência do cliente com a marca e o ponto de venda.

Canais alinhados

Alinhar os canais significa oferecer os mesmos produtos nas lojas físicas e online. Isso amplia a capacidade de venda, por abranger diferentes tipos de públicos. E permite que o cliente escolha onde quer comprar. Aqui podemos ressaltar que a tendência é que os negócios não sejam mais on line ou off line. Na verdade, todos os aspectos do negócio devem ser vistos como relacionais.

No friction

Traduzido livremente do inglês como “sem fricção”, essa tendência indica a inexistência de atritos. Nesse cenário, o cliente pode escolher e experimentar os produtos na loja. Tudo sem qualquer tipo de intervenção de vendedores ou intermediários. Isso indica uma nova postura na forma de atender – com muita agilidade – e de relacionar, de maneira mais prática.

Divulgação constante

Para ter sucesso no mercado da moda é preciso acompanhar as mudanças. Não basta oferecer produtos inovadores e de qualidade, mas investir na divulgação das marcas. Além de planejar a comercialização de artigos em diferentes formatos e pontos de venda, invista na divulgação online. Ela permite atrair e fidelizar mais clientes. Também é interessante publicar vídeos para mostrar diferentes perspectivas de uso de seus produtos. Os vídeos também podem ter convites para os clientes conhecerem as novidades da loja. Faça parcerias com outras empresas para impulsionar as vendas e ampliar o seu mercado  de atuação. Afinal, quem não é visto, não é lembrado.

Não seria possível prevermos todas as tendências em um único artigo. Mas, ao analisarmos as principais tendências para o varejo percebemos o estabelecimento de um novo cenário. Ele está cheio de desafios e oportunidades para os negócios de varejo. Tecnologia, pessoas, relacionamento, eficiência e agilidade no atendimento. Tudo isso se mantém em voga, trazendo diversas possibilidades para quem quer se destacar no mercado cada vez mais competitivo.

https://youtu.be/WMbMZW9Huso

 

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Varejo – Oportunidades em nichos

7 passos do planejamento de compras

7 passos do planejamento de compras

O estoque é um ponto crítico para a gestão das empresas, independentemente do tamanho ou segmento de atuação. Isso vale para o segmento da moda, onde é comum encontrar empresas de varejo com um estoque elevado, mesmo quando o cenário de vendas era muito favorável. Essa é a consequência da falta de um planejamento de compras. Há alguns anos o mercado estava bom e ainda assim muitas lojas possuíam um estoque maior do que deveriam, o que dizer agora, com a crise que instalou no país?

Acontece que as empresas focaram durante muito tempo em melhorar sua capacidade de vender e, como vendiam muito, muitos processos eram negligenciados e os resultados, apesar de ficarem aquém do que poderiam ser, ainda eram bons.  O mercado mudou e, com a redução das vendas, o problema de excesso de estoque se intensificou, levando muitas empresas a enfrentarem sérios problemas financeiros. Mas então o problema é o desaquecimento da economia, correto? Em parte, sim, mas muitas vezes a causa do problema não está nas vendas. Mas nas compras.

Muitas empresas se esquecem que a venda começa muito antes do cliente entrar na loja. Ela tem início quando se decide o que será comprado para a revenda. Um bom planejamento de compras otimiza os resultados da empresa. Ou seja, eleva os lucros, diminui a necessidade de investimento em capital de giro, aumenta as chances de vendas e reduz perdas com produtos que envelhecem no estoque. Por isso, fazer um bom planejamento de compras é fundamental. Ele pode leva-lo a ter o produto certo para seu público-alvo.

Fazer um planejamento de compras pode parecer complexo. Por isso, em muitas empresas, ele não existe. As compras são feitas de forma tácita, especialmente no varejo de moda. O que favorece erros nas compras. Para auxiliar nessa tarefa, vamos avaliar os 7 passos para a elaboração do planejamento de compras, com um exemplo de aplicação para ajudá-lo a implementar esse processo em sua empresa. Vamos lá?

Planejamento de compras

1.      Defina a frequência das compras

O primeiro passo é definir a frequência com que as compras serão realizadas. Pois isso indicará qual deverá ser o giro de estoque ideal. Ou seja, quantos dias de vendas o estoque deverá suprir. Por exemplo, caso as compras sejam realizadas a cada dois meses, será necessário comprar produtos para 60 dias de vendas.

2.      Controle o histórico de vendas

A partir do histórico de vendas, é possível obter uma aproximação dos estoques mínimos necessários para atender às demandas. Em muitos segmentos, como o de moda, é importante lembrar da sazonalidade. Mudanças constantes exigem renovação do estoque. Com as informações sobre o histórico de vendas, o lojista será capaz de fazer uma previsão de vendas mais efetiva. E, com isso, minimizar o risco de comprar mercadorias em excesso. O que poderia comprometer o fluxo de caixa, ou ocasionar perda nas vendas por falta de produtos, comprometendo o faturamento.

3.      Faça a previsão de vendas

Baseando-se no histórico de vendas, é preciso definir o valor a ser vendido no período que as compras deverão atender. Para se chegar a um crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior, por exemplo, sugiro que se baseie na inflação e nas ações realizadas para aumentar as vendas, como investimentos em marketing e capacitações de vendedores.

4.      Analise o estoque existente

Entender o que pode ser mantido na loja e o que deve ser liquidado rapidamente é um ponto importante. Para isso, analise o estoque existente. E a partir dele, separe os produtos que poderão ser comercializados junto à nova coleção, e também aqueles que deverão ser liquidados antes da chegada dos novos produtos. Isso ajuda a gerar caixa para a empresa. O custo dos produtos que serão “aproveitados” com a nova coleção deve ser descontado do valor a ser comprado.

5.      Conheça a variedade de peças da loja

A loja deverá ter seus produtos classificados por categorias. Isto é importante para se saber o quanto é vendido de cada uma delas, visto que provavelmente os produtos da nova coleção serão diferentes dos produtos da antiga. Isto porque uma calça pantalona é diferente de uma calça pantacourt. E uma pode ter sido tendência na última coleção e a outra na nova. Desta forma, você saberá quantas categorias possui e poderá definir o quanto deverá ser gasto em cada uma delas.

6.      Defina o preço médio por peça vendida

O preço médio é uma informação de extrema importância para a empresa. Ele ela indica o perfil de seus clientes e também demonstra o tipo de peça que deverá ser comprada. Por exemplo, se o preço médio de calças é R$ 100,00, calças com preço muito maior ou muito menor que isso provavelmente terão pouca saída.

7.      Determine a política de precificação

A política de precificação é importante para fazer o cálculo do valor a ser comprado. Baseando-se na previsão de vendas, você deverá multiplicar a previsão de vendas pela margem que utiliza em seus produtos. E depois, subtrair um para chegar no valor a ser comprado. Caso você utilize um mark-up multiplicador, para se chegar ao valor a ser comprado, você deve dividir a previsão de vendas pelo mark-up multiplicador.

Agora que você já conhece os passos para elaborar o planejamento de vendas, vamos a um exemplo para facilitar a compreensão.

ABC Modas

Para exemplificar uma boa elaboração de planejamento de compras no varejo da moda, vamos avaliar a loja de roupas “ABC Modas” da empresária Rosana. A loja funciona 25 dias por mês, em média, e tem uma frequência de compras – nosso primeiro passo – de três meses. A próxima compra será para o período de junho a agosto. Para fazer o planejamento de compras, Rosana conta com as seguintes informações:

Ao analisar seu histórico de vendas, Rosana percebeu que, no mesmo período do ano anterior, a loja faturou R$ 330 mil. A média de faturamento dos primeiros meses desse ano foi de R$ 120 mil. Sabe-se que a loja vende em média 40 peças por dia. As vendas foram divididas em: 30% camisas e blusas; 30% calças; 20% shorts e bermudas; 15% vestidos; 5% acessórios.

Após avaliar todos seus custos, despesas e impostos, a empresária definiu uma política de precificação, com mark-up multiplicador de 2,2 para todas as peças comercializadas.

Assim temos:


Faturamento trimestre ano anterior
(junho a agosto)
R$ 330.000,00
R$ 110.000,00/mês (média)
Faturamento Médio no ano correnteR$ 120.000,00/mês (média)
Frequência de Compras4 vezes ao ano
Vendas por Tipo de produto30% camisas e blusas;
30% calças;
20% shorts e bermudas;
15% vestidos;
5% acessórios.
Política de Precificaçãomark-up multiplicador de 2,2
Dias de funcionamento da loja em dias25 dias (Média)
Valor em EstoqueR$ 110.000,00

 

Cálculo do planejamento de compras

Com essas informações, o planejamento de compras da loja já pode ser calculado.

Vamos lá?

Sabendo que o faturamento médio do ano anterior foi menor que a média desse ano, devido a várias ações de marketing que Rosana tem feito para atrair clientes, ela decidiu projetar um crescimento nas vendas em relação ao ano anterior. Desta forma, ela fez uma previsão com meta de vendas estipulada para o próximo trimestre de R$ 352 mil. Isto reflete um crescimento de 6,7%. Com isso é possível calcular o valor de mercadoria em estoque que Rosana precisará ter para atender a demanda de sua loja. Para isso, basta dividir o faturamento previsto pelo Mark-up definido por ela.

Desta forma teremos: R$ 352.000,00 / 2,2 = R$ 160.000,00. Este será o custo das mercadorias que serão vendidas no trimestre (junho a agosto). Levando em consideração o histórico de vendas por tipo de mercadoria, o valor disponível para as compras para cada tipo de produto será:

– R$ 48 mil em camisas e blusas (30%)

– R$ 48 mil em calças (30%)

– R$ 32 mil em shorts e bermudas (20%)

– R$ 24 mil em vestidos (15%)

– R$ 8 mil em acessórios (5%)

Isso totaliza os R$ 160 mil previstos para as compras em novas mercadorias.

Aqui, é preciso que você se atente para uma questão. Para definir a divisão do custo das mercadorias por cada um dos tipos de peças a serem comprados, é preciso levar em consideração: o histórico de vendas e também as tendências de moda para a estação. Assim, você não aumenta a efetividade de suas compras. Lembra de nossos passos, alguns deles já foram realizados até aqui.

Análise de estoque

No exemplo, sabemos que no início de junho a loja possuirá R$ 110 mil em mercadorias não comercializadas. Este valor está dividido da seguinte forma:

– R$ 60 mil – calças,

– R$ 30 mil – blusas e camisas,

– R$ 10 mil – shorts e bermudas,

– R$ 7 mil – vestidos e

– R$ 3 mil – acessórios.

Essas informações devem ser consideradas no momento da compra. É preciso avaliar o estoque e verificar o que pode ser comercializado junto dos novos produtos. Isso pode fortalecer o caixa da empresa.

Rosana fez essa verificação e chegou à conclusão que no estoque possui:

– R$ 18 mil -calças,

– R$ 9 mil – blusas e camisas;

– R$ 3 mil – vestidos.

O que totaliza R$ 30 mil, dos R$110 mil em estoque, que poderão ser comercializados junto com os novos produtos. Desta forma, esses valores deverão ser reduzidos daqueles destinados a cada tipo de produto no planejamento de compras.  Assim, deverão ser comprados:

– R$ 39 mil – camisas e blusas (30%)

– R$ 30 mil – calças (30%)

– R$ 32 mil – shorts e bermudas (20%)

– R$ 21 mil – vestidos (15%)

– R$ 8 mil – acessórios (5%)

Isso totaliza R$ 130 mil. Ou seja, a diferença entre os R$ 160 mil das novas compras, e os R$ 30 mil em estoque que e ainda podem ser aproveitados. Note que Rosana já tem um bom conhecimento sobre a variedade de seus produtos e o preço médio deles. Isso facilita a divisão dos recursos a serem investidos.

Quanto aos demais produtos em estoque, que totalizam R$ 80 mil, esses deverão ser liquidados antes da chegada dos novos produtos. Eles podem ser oferecidos em promoção, o que ajudará na geração de caixa para a empresa.

Mãos à obra

Agora que você entende a importância do planejamento de compras para seu negócio, e já sabe como realiza-lo em sua empresa, é hora de conferir o seu próprio planejamento. Avalie cada um dos passos no seu dia a dia, e perceba onde está acertando e o que ainda pode ser melhorado para tornar seus resultados ainda mais efetivos. Mantenha o foco na análise e no planejamento, para não comprometer seus recursos seja na hora da compra ou na composição do estoque.

Mãos à obra e sucesso!

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Controle de estoque – caderno de gestão MPE – MEI

 

A transformação do varejo no mundo

A transformação do varejo no mundo

O varejo é um dos principais setores da economia brasileira e está entre os que mais se renovam, por isso, faz com que empresários e empreendedores do segmento tenham que se adaptar constantemente. Esse movimento faz com que as empresas se mantenham competitivas no mercado, e renovem produtos e serviços para clientes, lojistas e investidores.

Se pensarmos em escala mundial, não há outro lugar para mostrar tendências de forma mais impactante que a Retail´s Big Show promovido pela NRF ou National Retail Federation. Para quem não conhece, ela é o encontro anual mais importante do varejo mudial, e conta com grandes deleações de todo o mundo, onde o Brasil ocupa a 2ª posição entre as maiores fora dos Estados Unidos. Com toda essa presença, não é preciso falar que há muitos recados para todos os segmentos que atuam no varejo.

Em 2018, o evento foi dividido em dois espaços. O primeiro comportava as palestras, ou seminários. Nele ocorreram as conferências que trouxeram as novidades da gestão, proferidas por presidentes ou representantes dos maiores varejos do mundo.

O Segundo era o espaço da feira, ocupada por 4.600 estandes de todas as maiores e melhores empresas fornecedoras de tecnologia para a indústria do varejo. Na feira é possível encontrar os diretores e decisores de empresas como Microsoft, Google, IBM, VISA, etc. Esse sem dúvida é o espaço de negócios, onde as movimentações financeiras acontecem.

O evento da NRF deste ano trouxe no palco principal o tema “Reinvenção das lojas: como as novas empresas: como as novas empresas estão pensando?” Este e outros cenários do evento permitem perceber a transformação do varejo, a partir da mudança na linguagem dos palestrantes, do perfil dos expositores, do tamanho da feira e suas inovações. Enfim, um evento que se reinventa todo ano, para que ele também se mantenha sustentável e atraente para os mais de 20 mil participantes de todo o mundo.

Lições da NRF

O Big Show é o evento referência no mundo sobre o setor varejista. Uma lição que sempre tiramos dos norte-americanos no evento que mostra a transformação do varejo é a simplificação para fazer as coisas. Um grande evento, com grandes nomes, dividido em uma área de exposição de empresas e um espaço para palestras. Simples assim.

E por falar em mudanças, vamos falar sobre a transformação do varejo que o mundo assiste, especialmente no que diz respeito ao modelo de negócios e ao comportamento do consumidor, prevista para os próximos anos. Nada mais significativo para qualquer empresa do que entender estes dois pontos de seu negócio, não é mesmo?

Vou falar sobre o comportamento do consumidor, especificamente. Para entendê-lo, basta olhar para nós mesmos que também somos consumidores. Hoje, estamos muito mais exigentes, conectados, sem paciência para grandes esperas, queremos protagonismo e acima de tudo, queremos consumir tudo com um preço justo. É exatamente assim que a NRF relatou o consumidor da atualidade. É assim que ele pensa e age.

Muitas mudanças explicam esse novo padrão de consumir, mas ficaremos aqui nesse momento nas mudanças tecnológicas que ampliaram nossa capacidade de entender e atuar no mundo.

Transformação do varejo

Um dos conceitos mais discutidos no evento da NRF foi o relacionamento com o cliente. A transformação do varejo neste contexto mostra que entendemos como relacionamento algo ainda muito distante do conceito das empresas americanas. Para elas, o cliente não é o rei. Ele é parte da construção do produto ou serviço junto com o seu fornecedor. Por isso, é possível ter um atendimento de massa, e ainda assim realizado de forma personalizada.

O que está por traz disso? Simplicidade, segredo de muita coisa que o americano faz e que se torna referência especialmente para nós. Pelo fato de construir junto, o cliente se torna mais fiel, mais parte, mais constante, gerando o relacionamento e também fidelização.

Outro assunto muito falado no evento foi a jornada do cliente. Você sabe exatamente quais produtos ou serviços seu cliente comprou de você? Qual foi a última vez? Como foi sua escolha? Enfim, se você não sabe responder a nenhuma dessas perguntas é melhor repensar seu negócio e suas estratégias. Fazer igual e sem informação não te faz diferente de ninguém. Isso é vital para empreender no mundo atual.

Para finalizar o resumo sobre a transformação do varejo apresentada na Big Retail deste ano, falo da ‘mudança das mudanças’: o mundo é digital . Mas, atenção! Não  adianta ter ferramentas digitais que facilitem seu contato com o cliente, reduzindo os atritos e otimizando o relacionamento, se o  pensamento for analógico. Mais do que ter hardware ou software, é preciso ter cultura digital. Isso serve para o Brasil, e também para qualquer outro país no mundo. Essa nova onda, veio e vai ficar. E, por isso mesmo, é preciso agir de acordo e a favor dela. Não se faz mais varejo como antigamente. E que assim seja.

Tendências do varejo

Como não poderia faltar neste artigo, apresento a seguir as principais tendências discutidas na NRF 2018, para que você possa analisar e avaliar do ponto de vista de seu negócio, seja ele de moda ou não.

Personalização:

Os consumidores procuram se diferenciar por meio de produtos que traduzem autenticidade, verdade e naturalidade;

Experiência

Essencial criar uma experiência emocional que torne a compra um momento de satisfação

Origem

O consumidor cada vez mais se interessa pela origem dos produtos que consome. A história, o modo de fazer e o estilo de vida de quem produz agregam valor

Produtos e serviços

Compartilhamento de produtos e serviços para diferenciação e conveniência

Omnichannel

Integração entre todos os canais de comunicação e vendas utilizados por uma empresa.

Criptomoedas

Meio de troca que se utiliza da tecnologia de blockcain e da criptografia para assegurar a validade das transações e a criação de novas unidades da moeda

Tantas outras transformações estão em curso e continuarão acontecendo. Mas, é preciso um passo de cada vez, mas um passo largo e rápido. Caso contrário, você será atropelado não pela concorrência, mas pelo seu próprio cliente.

O fato é que, você tem muitos desafios, mas também a oportunidade de melhorar a performance da empresa e continuar garantindo sua permanência e o sucesso nos negócios, caso entenda o jogo da vez.

O que você precisa saber para abrir um e-commerce

O que você precisa saber para abrir um e-commerce

Qual foi a última vez que você pegou o carro só para fazer compras? Esta é uma atividade cada vez menos comum, pelo menos para quem tem preferência pelo conforto oferecido pelo e-commerce. Com a tendência de comprar pela internet, é muito comum encontrar promoções e preços competitivos nos comércios eletrônicos. Eles já representam boa parte da concorrência de negócios com loja física. Isso vale para seu negócio?

Aproveite o conteúdo oferecido pelo Matheus Faria, sócio-diretor da Multiweb . Ele conta em detalhes, tudo que você precisa saber para abrir um e-commerce e ter ainda mais sucesso na sua empresa. Acompanhe cada detalhe.

 O cenário do e-commerce

O e-commerce é o mundo das compras pela internet e não investir em um braço virtual para o seu negócio é uma oportunidade perdida. De acordo com a 36ª edição do Webshoppers, da e-bit, as compras online tiveram alta de 10,3% em 2017. Com a entrada dos brasileiros no meio digital aumentando, suas vendas ganham mais espaço para acontecer. E seu lucro cresce.

Ter uma presença online não é difícil. Mas, no momento que pensamos na criação de lojas virtuais, muitos pontos devem ser considerados. É necessário bastante trabalho e dedicação para criar um canal de vendas online e gerenciá-lo.

Planejamento, Desenvolvimento e Gestão

Há muito a se analisar, antes de criar uma loja virtual. Mesmo depois do seu e-commerce estar no ar, o trabalho continua. Por isso, um bom planejamento é essencial. Isso embasa seu investimento, e permite que você consiga gerenciá-lo.

Você não pode esperar que apenas o fato de ter uma loja virtual seja o suficiente para que suas vendas comecem a acontecer. É justamente para estabelecer metas, controlar expectativas, pensar em estratégias, saber como se posicionar e atrair clientes que um plano de negócios é construído. Ele será o guia para alcançar o sucesso na sua loja virtual.

Tenha uma boa oferta de valor

Sabe explicar porque as pessoas devem comprar de você e não do seu concorrente? Se não consegue responder essa pergunta facilmente, talvez haja um grande problema com sua oferta de valor. Esse conceito base do marketing diz que toda empresa precisa, primeiramente, entender o que ela pode oferecer para um possível cliente que ninguém mais pode.

Não estamos dizendo que para vender na internet é preciso ser extremamente original. Mas você deve mostrar o seu valor para aquelas pessoas que ainda não conhecem sua marca. O que diferencia sua empresa é o atendimento personalizado? É a experiência de compra? São os preços? A qualidade dos seus produtos? Sua produção que não agride o meio-ambiente?

Faça análise do mercado

Ao criar uma loja virtual, defina quais serão os produtos que estarão disponíveis para seu público. Para fazer isso é necessário analisar o mercado e desenvolver uma estratégia de vendas.

Antes de inserir todos os seus produtos no site, faça uma análise do mercado. Ela ajuda a perceber: os concorrentes, o mix de produtos e o posicionamento de sua marca. Mais do que saber o os outros estão fazendo, pergunte-se o que você pode fazer de diferente. Conheça bem seu negócio, e tenha clareza do posicionamento que espera para sua marca.

Análise financeira

Como toda loja física, o e-commerce também tem seus gastos. Eles podem ser muito menos custosos do que pagar o aluguel de uma loja, contratar diversos funcionários e outros que são comuns ao varejo. Entretanto, você não deve criar uma loja virtual sem antes fazer uma análise financeira de sua empresa, bem como dos seus investimentos.

Considere gastos a curto, médio e longo prazo. Não há nada mais triste do que se empolgar com seu e-commerce e, ao passar do tempo, perceber que não consegue mantê-lo. Para que isso não ocorra, coloque na ponta do lápis suas prospecções, calcule os gastos, tente prever os lucros e também já pense o que fazer em cenários que isso não pode dar certo.

Estude seu público-alvo

Você já conhece bem o seu público-alvo? Sabe o que ele precisa, do que gosta e como pode atender as demandas dele? Se essas perguntas te fazem ficar pensativo, é necessário resolver isso agora mesmo. E também, desenvolver as personas do seu negócio.

A persona, ou buyer persona, é uma representação fictícia do seu comprador ideal. Ela se difere da ideia de um público-alvo, porque quando pensamos assim acabamos por delimitar demais todas as pessoas que poderiam se interessar pelo produto. Por isso, antes de criar personas, estude seu público. E, ao mesmo tempo, inclua sua experiência enquanto dono daquele negócio para ajudar a refinar quem seria o seu público.

Funcionalidades do seu e-commerce

Assim como uma loja física, o e-commerce demanda que você o estruture, antes de colocá-lo no ar e começar a vender. Uma das partes do planejamento é definir qual será a plataforma da sua loja virtual, para então pensar em coisas como meios de pagamento, logística de entrega, carrinho abandonado, integração com marketplaces e mais.

Plataforma eletrônica

Antes de pensar em como quer que seja o design da sua loja virtual, saiba quais os tipos de plataforma existem no mercado. Algumas delas permitem um nível de customização maior. Outras são mais engessadas e não te possibilitam mudar tantas coisas no seu comércio eletrônico.

As plataformas podem ser do tipo plug and play, alugadas ou open sourse. Cada uma tem características, vantagens e desvantagens diferentes. Elas também diferem no volume de investimentos.

Algumas como as plug and play podem ser mais adequadas para quem está começando, por terem menor custo, mas não acompanham o desenvolvimento das lojas. As plataformas alugadas, demandam pouca manutenção. Mas você não tem controle sobre elas. Já as plataformas open source (ou código aberto, em tradução) são aquelas em que você pode colocar sua imaginação para comandá-la, porque é possível fazer o que quiser com seu e-commerce. Por isso, ela exige mais conhecimento e dedicação.

Meios de pagamento e entrega

Ao incluir as formas de pagamento em seu site, há a opção de fazer isso por meio de uma integração direta ou com um intermediário.

A integração direta exige que você entre em contato com as adquirentes. Nesse caso, sua loja precisa se adequar a normas de segurança e também ter uma equipe responsável por essa parte. Já os intermediários são uma ponte entre a sua loja virtual e as adquirentes. No momento da compra, seu cliente acessa a página, faz a transação e eles são os responsáveis por cuidar das questões posteriores a esse processo. Toda a análise de fraude é feita pelos intermediários.

Uma dica de ouro para sua página de pagamento é fazer com que o cliente não precise sair dela. Isso é um dos motivos para uma baixa taxa de conversão, então fique atento.

Logística

Uma das principais vantagens de ter uma loja virtual é a possibilidade de vender para pessoas que estão longe de você. Porém, isso insere uma problemática que precisa ser resolvida com bastante atenção: como fazer para entregar seus produtos. Assim como no pagamento, você pode fazer integração direta ou utilizar intermediários de entrega. É preciso analisar sua habilidade para lidar com a questão ou a necessidade de alguém que o faça por você.

One step ckeckout

Este recurso visa trabalhar com um checkout mais transparente, e também reduzir os campos de cadastro para preenchimento do cliente. Dessa forma, você precisa fazer com que sua página de compra seja toda estruturada em uma só tela. Nada de mandar o usuário para outro lugar, depois voltar para sua loja e só assim terminar a compra.

Carrinho abandonado

O objetivo final de toda loja virtual é vender, correto? Pensando nisso, é indispensável que seu e-commerce tenha a tecnologia do carrinho abandonado. Ela funciona para aquele usuário que colocou alguns produtos no carrinho, mas não completou a compra. Ele é uma ótima ferramenta para incluir em sua estratégia de negócio, pois além de ajudar a não perder a venda.

Loja mobile

As conversões que veem do mobile significam quase ¼ de todas as vendas do mercado de e-commerce. Diante de números tão expressivos, e que tendem a crescer à medida que a tecnologia se torna mais acessível, sua loja virtual precisa estar preparada para ser acessada por um dispositivo móvel.

Pensar no seu comércio eletrônico rodando em um celular pode exigir que toda a estrutura do seu site seja refeita. Disposição de menus, de ícones, tudo o que for possível refazer para melhorar a experiência daquele usuário. Além disso, sua loja não pode demorar muito para carregar.

Integração com marketplaces

Marketplaces são aquelas plataformas online que vendem diversos produtos de empresas variadas. Eles fazem muito sucesso entre os consumidores. Como muitos deles são conhecidos, é comum os usuários se sentirem mais seguros fazendo compras por eles. Se você é novo no mundo das vendas digitais, integrar a sua loja a algum marketplace é uma vantagem a ser analisada.

Integração com ERPs

Os Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos da Empresa são softwares que permitem integrar sua loja virtual com a física. Dessa forma, acontece uma centralização de processos e você tem o controle de tudo o que acontece nos dois ambientes. Há muitos softwares no mercado, então pesquise bem ou peça indicação de alguém da área.

 Site Seguro

Esta é uma maneira de dizer para quem visitar seu site que ele pode confiar na sua loja virtual e inserir dados sensíveis no momento da compra. Isso é feito pela inclusão de selos que dizem sobre a segurança da sua loja virtual.

Há selos sobre pagamento digital seguro, internet segura, de verificação e proteção, do e-bit e muitos outros. Converse com os responsáveis pela sua loja virtual e discuta os melhores selos para serem utilizados no seu e-commerce.

Marketing Digital

Já imaginou abrir uma loja no centro da cidade, em que há diversos concorrentes diretos e indiretos, e não divulgar a sua marca? Não seria sensato agir dessa maneira porque as chances de alguém encontrar sua loja seriam bem menores, correto? O mesmo acontece com sua loja virtual se não existe nenhum trabalho de marketing digital que promova, divulgue, mostre seus produtos para as pessoas.

Por isso é importante estar presente nas mídias digitais e em todos os canais digitais que favoreçam seu negócio. Você tem opções de divulgação no Google, como:

– Rede de Pesquisa,

– Rede de Display,

– Google Shopping e

– Remarketing.

Cada um deles traz vantagens para o seu negócio e podem ser usados de maneira estratégica para atrair consumidores e vender mais. Além desses, também é preciso estar de olho nas vitrines que as mídias sociais representam para os negócios.

Nelas, os anúncios podem ter diversos formatos, favorecendo a diversificação da comunicação com o seu cliente. A partir das mídias sociais, também é importante pensar em uma estratégia de mídia com influenciadores.  Eles podem tornar sua empresa mais conhecida e também dar mais autoridade para sua marca.

Marketing de conteúdo

Além de investir em mídia, outro viés importante do marketing digital para sua loja virtual é o de conteúdo. Você precisa utilizar as redes sociais para mostrar ao público o quanto sabe sobre aquele produto. Crie conteúdos exclusivos que falem sobre sua marca, mostre-se atento com o que está acontecendo e interaja com as pessoas. É muito importante se mostrar ativo.

Além de conteúdos rápidos no Facebook, Instagram ou qualquer outra rede social que faça sentido sua marca atuar, crie uma estratégia de blog. Se mostrar uma autoridade gera confiança no público, então não hesite em falar sobre o universo em que seus produtos estão inseridos.

Atendimento de qualidade

Deixei este item para o final para você não se esquecer da importância dele. Pense consigo mesmo: do que adianta ter várias estratégias prontas para funcionarem, se não souber como atender os clientes? Será que uma loja virtual com design moderno é capaz de manter sozinha uma boa taxa de conversão? Você já sabe a resposta para essas questões.

Criar uma boa experiência de compra sem dúvidas passa por um bom atendimento. Por isso, fique atento ao seu SAC, tanto na loja virtual, quanto nas redes sociais. Dê respostas rápidas e mostre que quer resolver o problema daquele usuário.

Decidir ter uma loja virtual é o primeiro passo para entrar no mundo do comércio eletrônico.

Estude mais sobre o mercado brasileiro de e-commerce, faça seu planejamento, desde já, pensando tanto no desenvolvimento quanto na gestão da sua loja. Quanto mais conhecimento adquirir, mais preparado estará para fazer com que seu e-commerce seja um sucesso de vendas.

 

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