O conceito do segmento de economia criativa foi definido pelo professor John Howkins, no livro Creative Economy. Para ele a economia criativa contempla atividades nas quais os indivíduos exercitam sua imaginação e exploram seu valor econômico. A economia criativa pode ser definida como “processo de produção, criação e distribuição de elementos. Estes têm como matéria prima: conhecimento, criatividade e capital intelectual.
Neste contexto, vemos pequenas e microempresas que dependem do talento e criatividade de fundadores e funcionários. Isso dá corpo ao segmento da economia criativa. Essas empresas atuam em diversas atividades como artes, artesanato, música, moda, cinema, arquitetura e publicidade. Essas e outras áreas dependem do talento das pessoas que atuam nelas. Confira a entrevista deste mês, com Vinícius Cabral da Cocriativa, e entenda melhor este segmento que tem crescido cada vez mais.
1. Nosso tema é “economia criativa”. Se alguém pedisse para você explicar este termo, o que você diria?
Ao receber esta pergunta, eu diria que, a economia criativa é o conjunto de valores, tangíveis e intangíveis. Eles são gerados pelo trabalho com atividades não-normativas, que constroem o campo cultural-simbólico de determinada sociedade. Neste sentido, compreendo o segmento como muito mais do que a simples união de profissões atreladas a um setor criativo.
Do músico, que lança álbum gratuitamente online, ao artista do grafite, que transforma a cidade, vemos o desenvolvimento de valores. Estes, muitas vezes não são monetizados ou capitalizados. Mas sua carga simbólica expressa a necessidade de repensar a estrutura de concentração econômica na sociedade atual. Mesmo em sua concepção mais genérica, ‘economia criativa’ designa atividades cuja matéria prima é formada por criatividade e capital intelectual. Isso inclui as mais variadas expressões humanas. E não só aquelas que geram recursos financeiros ou já se configuram em indústrias pungentes e lucrativas.
2. Como funciona a economia criativa no Brasil? Você pode nos falar um pouco dos setores da economia criativa?
O Brasil ainda está se acostumando com a ideia da criatividade como motor de geração de renda e empregos. Apesar de hoje alguns setores movimentarem recursos significativos – Audiovisual, Arquitetura, Design- ainda falta muito para a consolidação de políticas. E também falta muito para a autonomia dos setores. Basicamente, alguns setores estão mais consolidados: Audiovisual – Cinema, TV e Web; Arquitetura, Publicidade, Design e a Comunicação Social. Sendo que esses três últimos incorporam empresas do setor de inovação, como startups.
Apesar disso, mesmo os setores mais consolidados enfrentam uma dificuldade muito grande. Isto ocorre porque na economia criativa, há tendência de concentração de recursos, mão-de-obra e incentivo, para poucas empresas.
No Audiovisual, por exemplo, poucas produtoras ao redor do Brasil concentram grande parte dos recursos investidos no setor. As iniciativas de descentralização têm sido fundamentais para mudar esse quadro. Mas ainda são tímidas diante de uma necessidade mais agressiva e global de inclusão.
3. “Economia criativa” é um termo relativamente novo no Brasil, apesar da produção já ser muito rica. Como você percebe o movimento de organização desta indústria? Quais as vantagens essa organização traz para as áreas criativas?
Ao observar alguns setores, noto que existe uma dificuldade de compreensão de como poderia funcionar uma organização. Na moda, atividade largamente associada ao comércio de atacado e varejo, as marcas não se enxergam como parte do segmento. Talvez isso ocorra por serem parte de uma cadeia produtiva muito tradicional e engessada.
O mesmo pode ser dito de outros setores, como a Arquitetura ou o Design. Com a união destes setores em parceiras, acredito que seria possível organizar projetos de educação dos empreendedores e da indústria. E assim, tentar atacar aquelas que são as maiores deficiências da economia criativa no Brasil. Ou seja, a falta de uma cultura empreendedora criativa e a falta de distribuição racional de recursos para estes setores. O que pode ser feito por meio de de iniciativas públicas, ou por meio de investimentos privados.
4. Porque o mercado de economia criativa tem ganhado tanto destaque? Como você vê esse crescimento?
Acredito que isso ocorra graças à iminente obsolescência de setores industriais tradicionais. E também devido ao modelo insustentável de desenvolvimento econômico. Juntos, levam as pessoas para as atividades criativas. Eu sempre digo que a economia criativa é a economia do futuro. Desde que, aliada à economia de compartilhamento. Esta, que é defendida por alguns, como a solução para uma evolução comprometida com a 3a Revolução Industrial, que vivemos.
É natural que um próximo passo seja lutar pela sustentabilidade econômica dos setores criativos. As marcas pequenas do segmento da economia criativa precisam se compreender e serem compreendidas como setores que geram produtos caros. Digo isso, não em termos de custos de manufatura, mas em termos de capital social/simbólico.
A internet abriu campo para uma descentralização. Isto possibilitou o surgimento de agentes criativos, gerando abundantes recursos na internet. Como, por exemplo as produções caseiras. Porém, antes disso, a indústria tradicional se aliou à inovação das empresas de tecnologia (vide Google, Netflix e Spotify). Elas fizeram isso para, de alguma forma, controlar a produção de conteúdo e a remuneração destes. O YouTube já foi uma janela para produtores audiovisuais independentes. Hoje restringe a possibilidade de monetização dos conteúdos. O que tem gerado uma bolha econômica com enorme concentração de recurso em torno de uma quantidade pequena de canais/produtores.
Essa é a lógica tradicional da indústria embotando a economia de compartilhamento. Isto faz com que você precise construir uma audiência surreal. Tarefa cada vez mais difícil diante da inteligência artificial e dos algoritmos.
É urgente, uma união dos setores criativos, entidades e setor público. Isto permitirá pensar em estratégias de regulação e florescimento de novas estruturas econômicas. As quais, de fato, valorizem os produtores de conteúdo criativo, de qualidade, e com valor simbólico inestimável.
5. Você atua diretamente com o polo audiovisual, como você percebe esse mercado em Minas Gerais?
O audiovisual teve crescimento gigantesco nos últimos 20 anos em Minas Gerais. Nossas produções hoje trafegam por TVs públicas e privadas. E também em festivais e salas de cinema, e pelo mercado de vídeo on demand como nunca antes. Ainda é uma presença tímida, diante da concentração de recursos e produção em torno do tradicional eixo Rio-São Paulo. É necessário também compreender que a descentralização é importante. Isto porque ela é um incentivo ao desenvolvimento de criadores em polos do interior. O que ocorre por meio de arranjos produtivos locais, parcerias e editais específicos.
No geral, enxergo de forma positiva o que vem acontecendo por aqui. Mas é preciso ressaltar outro desafio inerente à produção audiovisual. É caríssimo produzir um filme, série ou projeto para TV. Os altos custos do setor exigem um alto padrão de financiamento, público e privado. Mas, no Brasil, o incentivo ao audiovisual vem quase que exclusivamente de iniciativas e editais públicos – federais, estaduais e municipais.
A iniciativa privada, quando se envolve, o faz por meio das Leis e de isenção fiscal. Basicamente, isso significa que para ter um setor audiovisual forte é necessário sempre ampliar os recursos investidos. Caso contrário, a produção estaciona. Diante do atual quadro de austeridade e contenção de gastos públicos vivido pelo Brasil, isso preocupa sobretudo os pequenos produtores. Temos várias perguntas ainda sem resposta. Haverá a extensão de políticas de fomento? Quando a iniciativa privada entenderá que o investimento em audiovisual (quase) sempre tem garantia de retorno, se não financeiro, institucional?
6. O que o crescimento de movimentos como o MAX e o CineBH trazem para o mercado de audiovisual?
Esses eventos fazem a ponte entre produtores locais e players e agentes econômicos do mercado nacional e internacional. Esse movimento é indispensável para a circulação das produções regionais. Em dois anos de MAX, por exemplo, a minha empresa já vê parcerias que foram costuradas ali sairem do papel. E é esse o relato que tenho de outros produtores e colegas. É fundamental a continuidade e ampliação destes projetos.
7. Do ponto de vista da gestão de negócios criativos, como você percebe que empreendedores e empresários da área se organizam?
Como gestor e consultor, eu noto extremas dificuldades em dois pontos fundamentais. O primeiro é a estruturação de projetos e gestão administrativa. Para se estruturar projetos já existem iniciativas, como o Cotools, ferramenta desenvolvida pela Cocriativa, dedicados a auxiliar no processo. Mas a gestão administrativa ainda é um desafio gigantesco.
Não observo muita organização neste sentido. Principalmente porque os gestores criativos de pequeno porte se veem na necessidade de acumular todas as etapas de suas produções. Isso quer dizer que realizam a criação, a produção, a distribuição, a venda e a administração. Esse acúmulo e a falta de recursos para investimento em auxiliares e profissionais mais voltados à área administrativa geram dificuldades. Elas podem, inclusive, levar boa parte dos negócios criativos à falência em poucos anos.
8. Agora uma pergunta que gosto muito de fazer por aqui. Qualquer coisa que uma empresa faça não é exclusivo por muito tempo. Isso também vale para as empresas de economia criativa ou elas conseguem se manter inovadoras devido às características do segmento?
Elas não conseguem se manter inovadoras quando precisam dispender muita energia na criatividade financeiro-jurídica. Este parece ser um dos principais desafios do segmento da economia criativa. Excetuado isso, o caso de empresas que já atingiram uma certa estabilidade comprova muitas coisas importantes. Dentre elas, que é possível, se reinventar frequentemente para oferecer sempre algo relevante ao público e ao mercado.
9. De que forma a tecnologia é utilizada nos negócios de economia criativa? Quais benefícios e dificuldades esse uso traz para o mercado?
A tecnologia é fundamental para o dia a dia dessas empresas. Isto porque utilizam aplicativos de gestão, armazenamento em rede e, claro, as redes sociais. Porém, é necessário compreender os rumos atuais da internet para que os conteúdos não morram. Tenho notado em diversos setores a dificuldade de utilizar, sobretudo as redes sociais, para divulgação, distribuição e venda.
As atuais limitações dos algoritmos beneficiam conteúdos que recebem, de uma forma ou de outra, investimento comercial. O que tem criado uma pirâmide bastante excludente nas plataformas digitais. É o caso de união dos setores e mobilização a partir do ambiente tecnológico-virtual para o contexto presencial, real. No futuro, acredito que retomaremos as ruas, os eventos e espaços culturais como principais fronts de divulgação de nossos trabalhos. Este processo já está em curso. Mas é importante, para todos os setores e, especialmente, os criativos, compreender como a internet e a tecnologia tem funcionado. E como estas tem moldado, nem sempre positivamente, o comportamento social e de consumo em nossa sociedade.
10. Em negócios do tipo comércio ou serviço, é comum os gestores criarem formas de as empresas funcionarem sem eles. Isso é possível nos negócios de economia criativa ou o segmento exige que o dono seja criador?
O dono não precisa ser criador. Mesmo quando o dono é o criador, acredito ser necessário pensar nessa autonomia. Ela permite que as empresas funcionem na ausência de seus gestores. Acho importante que todo negócio criativo tenha, como consultor ou gestor de fato, pessoas comprometidas com a eficiência comercial-administrativa. Hoje em dia, isso nem sempre acontece. O que se reflete no acúmulo que citei anteriormente. No qual o criador precisa se desdobrar em inúmeros profissionais diferentes. E só assim dar conta do recado. Como empresário e criador, sempre fui da opinião que criador foca em criar. Mesmo que mantenha noções mínimas de administração. É melhor que cada profissional se concentre naquilo que faz de melhor. E acredito que isso valha para qualquer segmento.
11. Falar com o cliente em tempos de mídias sociais é sempre um desafio para os negócios. Como isso desafia os negócios de economia criativa?
Eu acho que esse não é o maior desafio para os negócios da economia criativa. Especialmente por aqueles geridos pelos millenials. Temos extrema facilidade e intimidade com as mídias sociais. E, no geral, é possível manter uma comunicação virtual coerente com clientes, fãs e parceiros. E, ainda assim, conseguir acumular nossas funções cotidianas. Guardadas, é claro, as devidas proporções, destacadas acima.
12. Em situação de crise, como a de 2017, qual a forma de se organizar para conseguir parceiros para o desenvolvimento?
A união de forças entre pequenos produtores e o investimento na educação de consumidores, empreendedores e indústria. O que mais afeta o setor criativo, nas crises, é a tendência de redução de investimentos públicos. E também a instabilidade financeira do consumidor, especialmente o de classe média. Nestes momentos, a única alternativa para os criadores é reduzir seus custos de produção. E estes que geralmente já são baixos. E também tentar aumentar a escala de vendas/distribuição. Para isso, os eventos presenciais, as redes sociais e a mobilização física são extremamente importantes.
13. Durante a existência de uma empresa, ela passa por diversas etapas. Na economia criativa, quais são os riscos mais recorrentes que os negócios correm e de que forma é possível reduzi-los?
Em minha opinião, o principal risco é o da falência. Inúmeros empreendimentos demoram a decolar. E ainda que sejam bem-sucedidos institucionalmente, não conseguem manter uma margem de lucro mínima. É sabido que setores como o das pequenas marcas de moda em BH sofrem, generalizadamente, com a crise econômica atual. A frase que mais tenho ouvido nos últimos 2 anos é “está todo mundo quebrado”. Isso reduz o consumo, o investimento, e leva as pequenas empresas criativas a adquirirem dívidas. Não vejo outra saída a não ser as que já destaquei. Ou seja, educação empreendedora, educação do consumidor, educação para o investidor.
O processo de desligamento é sempre delicado. Ele envolve quebra de expectativas. E pode ser resultado da insatisfação com o trabalho, por parte do funcionário. Ou também, mudança de estratégia por parte da empresa. Em todo caso, acredito ser unânime entre gestores: fazer o desligamento de um funcionário é uma tarefa desagradável e desconfortável, independente do motivo. Apesar de ser difícil, todo gestor, um dia passará por ele. Mas é possível se organizar para conduzi-lo de forma responsável, com práticas que possam amenizar os impactos deste processo. Para isso, é preciso ter clareza sobre os motivos do desligamento. E também estar atento aos processos burocráticos que envolvem a rescisão do contrato de trabalho. Em qualquer situação que leve ao desligamento de um funcionário, há muito aprendizado para a empresa.
Para aproveitar ao máximo esse aprendizado, é preciso tomar alguns cuidados. Isto vai ajudar a manter a integridade do funcionário que é desligado. E também preservará a empresa, diante dos colaboradores que permanecem nela. Para que isso seja possível, é preciso que haja na empresa um ambiente de comunicação transparente. Nele é preciso que todos os colaboradores conheçam seus deveres e responsabilidades. Também é necessário que saibam exatamente o que a empresa espera do seu desempenho. Ou seja, é imprescindível um processo transparente de comunicação que contribui de maneira substancial para um bom clima organizacional.
Ficou curioso? Acompanhe as dicas para realizar o desligamento de forma adequada e responsável.
1. Ofereça oportunidades de melhoria
Se o desligamento será realizado por falta de resultados, é preciso fazer algumas avaliações antes de conduzir o desligamento. Avalie se houve oportunidades de melhoria. E se as expectativas sobre os resultados esperados foram informadas de maneira clara. Se depois disso o funcionário não conseguiu se adequar, ai sim, é hora de realizar o desligamento.
2. Esteja preparado
O momento do anúncio da demissão vai ficar na memória dessa pessoa por um bom tempo. Você quer que seja o menos traumático possível. Para isso, seja claro, direto e respeitoso. Além disso, é importante informar por escrito. Caso a demissão não seja esperada pelo funcionário, por exemplo, ele pode ficar confuso sobre os detalhes como: forma de recebimento do último salário, aviso prévio, entre outras questões.
3. Faça você mesmo
Essa é uma tarefa que não dá para terceirizar, ou seja, se você é o superior imediato, terá de fazer este comunicado ao funcionário. Seja direto e breve em seu discurso sem perder a calma. Afinal, a decisão já foi tomada.
Faça o desligamento em local tranquilo, onde se tenha privacidade evitando assim constranger o profissional. Esteja preparado para possíveis reações emocionais do funcionário pois esse é um momento delicado para ele. O mais importante é agir com humanidade sem levar para o lado pessoal.
4. Evite constrangimentos
Quando a decisão pelo desligamento estiver tomada cuide para que essa informação seja tratada com sigilo. É de extremamente importante que a equipe não fique sabendo antes do colaborador que será desligado. Por isso todo cuidado com essa informação ainda será pouco.
5. Planeje o melhor momento
Segunda, quarta ou sexta-feira? Não existe melhor dia para demitir alguém. O ideal é pensar a forma como se quer conduzir o processo e o que se espera dele e planejar. Demitir na sexta pode tornar a partida menos dramática. Mas com isso, o ex-funcionário pode passar o fim de semana remoendo a situação.
O melhor é realizar o desligamento no início da semana e no início do dia, assim ele terá tempo para cuidar dos assuntos burocráticos relacionados ao desligamento, pensar em outras alternativas, fazer contatos, ou seja, tempo para que a pessoa reaja rapidamente. Uma outra dica é, se for possível, evite realizar o desligamento logo após o funcionário retornar das férias.
6. Haja com transparência
O profissional pode perguntar os motivos do desligamento. Como você se preparou para a conversa, saberá explicar de forma breve, tranquila e com muita calma. Um desligamento transparente fará com o colaborador entenda a situação. Seguindo essa postura, informe ao profissional o passo a passo dos seus direitos e os prazos para recebimento de suas verbas rescisórias.
7. Compartilhe a informação
Após a demissão, reúna a equipe e comunique o ocorrido. Isso evita fofocas e perda de motivação. Certifique-se de que a demissão ocorrida seja compreendida e considerada justa por todos. Aproveite o momento e alinhe com todos o que a empresa espera dos colaboradores, de forma rápida e direta. Esta também é uma oportunidade para esclarecer dúvidas sobre a expectativa da empresa o que gera diálogos positivos. Agindo assim você estará contribuindo para melhoria no processo de comunicação da empresa.
8. Aprenda com o desligamento
Reflita sobre o motivo da demissão, pois ele está repleto de oportunidades de melhoria de processos e de políticas da sua empresa. Avalie e faça as mudanças necessárias que garantam uma contratação eficaz, capacitação constante e feedbacks sobre o desempenho.
As consequências de um processo de desligamento, que não foi conduzido de forma adequada, são grandes e podem abalar a estrutura da empresa. O funcionário pode ficar ressentido com a empresa, pela forma como foi tratado e, acabar levando a mesma na Justiça, seja por motivos verdadeiros ou falsos. E isso acaba tomando tempo e desviando energia para algo que poderia ser evitado.
É evidente que o processo de desligamento é muito importante para a empresa. Sendo conduzido de forma responsável, ele representa o fim de um ciclo tanto para o negócio quanto para o funcionário dispensado. Ele também diz muito sobre a forma de liderança que você implementa. A condução adequada do processo de desligamento é uma forma de manter a integridade do clima da empresa. Por isso, fique de olho nestas orientações e use cada uma delas, sempre que necessário. Com isso, você estará contribuindo para o processo de profissionalização na gestão de pessoas do seu negócio. E não se esqueça! Gestão de pessoas deve estar sempre alinhada à estratégia do negócio!
Se você deseja tornar sua empresa conhecida na internet, este artigo foi feito na medida para que seu desejo se torne realidade, venha conosco! Aqui, vou falar sobre Marketing Digital. Esta expressão, tão falada nos últimos tempos, pode parecer muito objetiva, mas também pode ter compreensões subjetivas. Como podemos definir algo que parece abranger tantas possibilidades e ferramentas diferentes? Será que qualquer ação de divulgação pela internet pode ser chamada de marketing digital? Vamos entender melhor este conceito.
Para compreender o marketing digital, é preciso antes, falarmos de globalização. Ela nos condiciona cada vez mais a imersão no mundo digital. Isso também vale para o mundo dos negócios, onde acompanhar as tendências globais é mas que importante. É necessário para sobrevivência e sucesso da empresa. Isto porque o volume de consumo de conteúdo dos clientes está mais ágil e literalmente ocorrendo em suas mãos, por meio do uso de smartphones, tablets e outros aparelhos móveis.
As fases do marketing digital
Podemos dizer que o Marketing Digital é um desdobramento do Marketing. Suas ações são desenvolvidas dentro do ambiente digital ou virtual. Então, estamos falando de redes sociais, e-mail, sites, blogs como este etc. O Marketing Digital não vem para substituir as técnicas do Marketing tradicional. Na verdade, suas ferramentas devem ser vistas como agregadoras. E porquê? Porque amplia e muito, a visibilidade das empresas no mercado.
De acordo com Philip Kotler, uma das maiores referências em Marketing no mundo, este setor passou por três eras. Vamos compreender estas fases, até os tempos de hoje, para então, termos uma melhor percepção do que o Marketing Digital abrange.
Marketing 1.0
A primeira fase do Marketing Digital é denominada de “Era dos Produtos”. Neste período, o importante para as empresas é produzir e oferecer os produtos a quem quiser adquiri-los. Neste tipo de Marketing que a maioria das empresas opera. Neste período, os consumidores se adaptam aos produtos ofertados pela empresa. Não há personalização, nem pesquisas diretas com os clientes para que se determine os produtos que comporão as prateleiras/portfólio.
Marketing 2.0
A segunda fase do marketing digital é conhecida como “Era da Informação”. Nela as empresas se empenham em conhecer o perfil de seus clientes, hábitos e desejos. Assim formatam o portfólio de produtos/serviços que atendam melhor as suas necessidades. Em contrapartida, os consumidores também têm acesso a informações. Com isto, conseguem fazer comparativos de preços, produtos e marcas. É neste período que surge o conceito de que “o cliente é rei”. Pois as empresas passam a atuar para conquistar os clientes, atuando com segmentação de público-alvo. É a era do “marketing focado no consumidor”.
Marketing 3.0:
Esta etapa é conhecida como “Era do Valor”. De acordo com Kotler, esse é o estágio em que o interesse das empresas deixa de estar focado apenas na venda de produtos, serviços e soluções. Aqui os negócios passam a fazer do mundo um lugar melhor. O que isso quer dizer? É o tempo em que conceitos sustentáveis são inseridos no dia a dia empresarial. Dessa forma, valores são agregados nos produtos e serviços.
Marketing 4.0:
Estágio mais recente do Marketing, que está configurado em um cenário onde a vida das pessoas está permeada pela internet o tempo todo. Neste contexto, existe um paradoxo: o cliente tem diversas opções e poder de escolha. Mas enfrenta falta de tempo para tomar decisões de consumo. Isso faz com que as marcas precisem ser mais relevantes para os consumidores. O marketing 4.0 é o marketing de sentimentos humanos, transformações sociais, e também de revolução da interação na rede. Ou seja, é o período em que as marcas precisam se humanizar para influenciar as relações humanas para alcançar seus consumidores.
Aplicação do marketing digital
Você provavelmente já entendeu que a aplicação do marketing em novos negócios, seguirá uma tendência de evoluir do 1.0 até o 4.0, e assim por diante. Inclusive, Kotler ressalta que, a evolução na estratégia de marketing da empresa deve ser gradativa. Assim, se sua empresa está em um dos estágios iniciais do marketing, deve se planejar para passar ao próximo de maneira organizada.
Neste contexto evolutivo, o Marketing Digital é um forte aliado para a promoção da visibilidade da marca. E, consequentemente, alavancar o negócio. Mas você realmente conhece o seu negócio? Sabe dizer de prontidão quem é seu público-alvo? Quais são seus fornecedores? E seus concorrentes? Se tem dúvidas ou não consegue responder a todas essas perguntas, a pesquisa de mercado é uma ferramenta importante para que você obtenha informações valiosas sobre o mercado em que atua ou pretende atuar.
Ter o posicionamento de sua empresa definido, também é fundamental para que seus clientes percebam o que te diferencia dos seus concorrentes. Essa diferenciação dos demais, é o que vai fazer com que o cliente queria adquirir seu produto/serviço.
Mas, para que o Marketing Digital seja eficiente e gere resultados positivos, o planejamento estratégico para alinhar as ações/campanhas é essencial. Comece respondendo as seguintes perguntas:
Preciso de um site? Possuirei um e-commerce (loja virtual)? Atuarei em mídias sociais? Quais mídias sociais são interessantes para meu tipo de negócio? Sei produzir conteúdo, e tenho tempo para gerir essas mídias sociais?
Ao responder estas e outras perguntas sobre seu negócio, você conseguirá ter uma ideia mais clara de quais decisões ainda precisa tomar, para se organizar e alcançar uma divulgação mais adequada. Desta forma, poderá melhorar seu posicionamento no mercado, alcançando um público mais interessado no que oferece. E consequentemente, poderá melhorar seus resultados de vendas. Afinal de contas, independentemente da fase do marketing que seu negócio se encontra, é preciso faturar, não é mesmo?
Você sabia que, segundo pesquisas da We Are Social, 40% da população mundial hoje utiliza algum tipo de mídia social? Isso significa 3 bilhões de pessoas conectadas diariamente a alguma plataforma de interação e compartilhamento de conteúdo. Dentre elas, a mais acessada no mundo, o Facebook, conta hoje com uma “bagatela” de mais de 2 bilhões de usuários. Já parou para pensar o que isso significa?
Mesmo com tanta gente lá, são poucas as empresas que sabem utilizar corretamente esse tipo de mídia. Ao contrário, continuam reproduzindo conteúdos da comunicação tradicional de massa para o mundo digital. O resultado? Impacto zero nos clientes. O máximo que conseguem são algumas curtidas, o que, ao contrário do que pensam, custam muito caro, pois tomam tempo e dinheiro do empresário, sem gerar resultado algum.
Para evitar alguns erros comuns, separamos para você algumas dicas que podem te ajudar a melhorar sua presença nas mídias sociais, gerando maior engajamento dos clientes, compartilhamento de conteúdo e aumento nas vendas. Então anote aí:
Chega de “panfletar” na internet!
Ninguém acorda de manhã e abre o Facebook, Instagram, WhatsApp ou outra plataforma de mídia social com a intenção direta de comprar alguma coisa. Mídias sociais são redes de relacionamento. As pessoas buscam ali entretenimento, informação, utilidades, enfim… tudo, menos comprar. Normalmente, quando querem comprar, buscam plataformas, como e-commerce e marketplaces, por exemplo. Chega de encher a página de foto de produto e promoção somente. Invista em conteúdo. Já explico melhor essa parte.
Sua página é o retrato do seu negócio
Muita gente ainda dá pouca importância para o tipo de informação e para a aparência das capas, perfis e posts das mídias sociais. Fotos mal produzidas, falta de informação relevante, como endereço e telefone da empresa, são alguns exemplos. Outro erro comum é publicar conteúdo da vida pessoal mesclado ao da empresa. Esse tipo de comportamento na rede pode comprometer a credibilidade do seu negócio. Seu cliente forma uma opinião sobre você sempre que acessa suas páginas. Então cuidado com o que você posta.
Chega de copiar do Google
Já parou para analisar que quando você faz um post genuinamente seu, usando suas palavras, suas imagens, seu estilo, ou seja, um conteúdo próprio, as pessoas curtem, compartilham e comentam muito mais? Pois é. Na página da sua empresa acontece do mesmo modo. Se você tem o hábito de ficar buscando apenas frases e fotos prontas no Google, está na hora de começar a produzir o próprio conteúdo.
Por falar em conteúdo…
O que postar e o que não postar? Eis a questão! Produção de conteúdo nas mídias sociais é um dos temas mais discutidos no mundo do Marketing Digital. Conteúdo é um dos pilares do Inbound Marketing, que nada mais é do que uma estratégia de marketing de atração. Como ninguém mais que ser interrompido, o negócio agora é ser encontrado. Funciona assim: suponhamos que você tenha uma loja de roupas femininas. Já parou para pensar em quanta coisa suas clientes gostariam de saber? Por exemplo: que tipo de roupa combina mais com meu biótipo? Como fazer uma maquiagem em cinco minutos? Como disfarçar a barriguinha na segunda-feira? Para cada pergunta, uma resposta. Então observe quanto conteúdo você pode produzir. Descubra as dúvidas, dificuldades e também o que diverte seus clientes. Produza conteúdo e depois observe o que acontece. Dica de ouro: 80% de posts de conteúdo e 20% de produtos.
Quem é vivo, sempre aparece
Ditado antigo esse né? Mas superatual. Muita gente começa a criar conteúdo bacana, as pessoas passam a acompanhar, comentar e compartilhar e, de repente… pá! Os posts somem de repente. Então muito cuidado. Observe os dias e horários de maior engajamento do público. Faça planejamento do conteúdo, dias e horários de postagem e marque presença. Frequência é um dos segredos para quem quer ter sucesso nas mídias sociais.
Planejamento é vida!
Acordar de manhã e pensar o que vai postar hoje é um dos caminhos mais fáceis para perder tempo e dinheiro. Para facilitar a sua vida e gerar os resultados que você e sua empresa merecem, invista tempo no planejamento. Quem experimentou, sabe o que estou falando. Pegue um calendário, uma agenda ou uma folha de papel, o Excel, o Google Planilhas, sei lá. Qualquer coisa onde você possa criar seu calendário editorial. Por meio dessa ferramenta, você vai definir por que, o que, como, quando e onde postar. Faça e depois nos conte como foi seu resultado.
Com que rede eu vou?
Muito comum ficar na dúvida na hora de escolher em quais mídias sociais investir tempo e dinheiro. A resposta pode parecer óbvia, mas é essa mesmo: você deve estar onde seu cliente está. Descubra quais são as mídias sociais de preferência de seus clientes. Como? Conversando e pesquisando. Outra dica importante é escolher um número de canais que você dê conta de administrar. Melhor uma página bem-feita que cinco mais ou menos. A regra do “menos é mais” se aplica aqui também.
Atenção para a linguagem
Já leu aquele texto chato e que você pouco ou quase nada entendeu? Aquele, cheio de “palavras difíceis” e termos técnicos que você dormiu três vezes durante a leitura? Tem um outro tipo também: aquele cheio de erros de ortografia. Pois é. Seu cliente está de olho em tudo isso. Texto de jornal e de revista ficam bem lá. Na internet a coisa funciona diferente. Então seja objetivo e certeiro nas palavras. Descomplique e utilize a linguagem do seu cliente. Quer saber mais? Clique aqui.
Depois de tudo isso…
É hora de avaliar os resultados. Observe cada post, cada campanha. O que deu certo? O que não funcionou bem? Quantas curtidas, compartilhadas, comentários? Conseguimos novos seguidores? Houve migração das mídias sociais para nosso blog ou site? As vendas aumentaram? O bacana do mundo digital é que nele é possível medir tudo. Além disso, errar e consertar é bem mais rápido. Então deixe o medo de lado e faça. Melhor feito que perfeito. Aprenda com seus clientes, com seus concorrentes, com a galera que está aí compartilhando conteúdo sobre este assunto. Depois comente aqui como foi sua experiência.
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Quando pensamos em marketing na atualidade, não temos mais a mesma visão de quando ele surgiu. Hoje falamos em marketing digital. Mas o que ele é e qual seu impacto para os negócios? Marketing digital é conhecido como o conjunto de atividades que é executado por uma empresa no online. O objetivo das ações é parecido com aqueles definidos para o marketing “comum”. Ou seja, atrair novos negócios, criar relacionamentos e desenvolver ou fortalecer a identidade da marca.
Inovação, Evolução, Agilidade, Informação, mundo sem fronteiras, globalização, tecnologia, sustentabilidade e outras expressões transformaram o mundo e consequentemente as pessoas. Assim como o marketing, que ganhou esta nova forma de ser feito e de transformar os negócios, por consequência. Neste contexto, também temos o surgimento de um novo consumidor. Ele é ágil, ávido por informações, busca novidades a todo momento, está ligado à tecnologia e passa a maior parte de seu dia conectado na internet, pelas redes sociais e outros canais de comunicação.
Graças à velocidade das mudanças do mundo atual, tudo que surge está fadado ao rápido obsoletismo. Mas será que os objetivos e resultados almejados pelos empreendedores mudaram? A resposta é não. Os empresários continuam buscando o mesmo de antes, mas a partir de novas formas de fazer e alcançar o que se espera, tal como: aumento de clientes, incremento de vendas, novos produtos e serviços, continuam como o principal objetivo das empresas. Neste contexto, o foco continua sendo o lucro. Mas as formas de se obter esses resultados mudaram radicalmente.
Hoje, as empresas não sobrevivem “empurrando” os seus produtos ou serviços no cliente por meio do Marketing. Elas ganharam novas ferramentas e a comunicação e o relacionamento com o cliente foram modernizados. Com isto, as empresas buscam conhecer melhor as necessidades e desejos de cada um. Com dados e conhecimento sobre os clientes e consumidores, as empresas mudaram a abordagem que é feita, mudando a forma de chegar até eles. Com isso, também foi modernizada a forma de mantê-los fiéis. Isso é um pouco do que hoje chamamos de marketing digital.
Mudanças do marketing digital
Em outras palavras, o marketing digital é composto por ações de comunicação que as empresas podem realizar por meio da internet, da telefonia celular e outros meios digitais móveis. Com essas ferramentas, as empresas podem divulgar e comercializar seus produtos, conquistando novos clientes e melhorando e ampliando sua rede de relacionamentos.
O marketing digital engloba a prática de promover produtos ou serviços pela utilização de canais de distribuição eletrônicos. E então, depois chegar aos consumidores rapidamente de forma relevante, personalizada e com mais eficácia.
Esse tipo de marketing traduz-se em ações adaptadas aos meios digitais. De tal forma que permite obter, nestes canais, a mesma eficiência e eficácia do marketing direto. E, simultaneamente, potencializar os efeitos do marketing tradicional.
Neste contexto, e, considerando a transformação da comunicação que vemos nos últimos anos, existem centenas de ferramentas que permitem executar ações de marketing digital. Mas será que todas elas devem ser usadas por todas as empresas? A resposta é não. Nem todas as ferramentas são adequadas às diversas empresas e setores, principalmente às micro e pequenas empresas.
A chave para o sucesso é a combinação do marketing tradicional com as novas ferramentas online. Isto permite desenvolver um plano de marketing mais completo e ajustado às necessidades e características de cada empresa.
Ferramentas de marketing digital
Há diversas estratégias possíveis no uso do marketing digital. Elas podem ser compostas pelo uso de diferentes ferramentas de marketing diferentes. Para escolher a que melhor encaixa no perfil de sua empresa, é preciso pensar no objetivo dela, assim como nos resultados esperados. Vamos a algumas das ferramentas mais utilizadas no marketing digital são hoje:
E-Surveys
É uma ferramenta poderosa que ajuda a pesquisa de mercado a partir de três perspectivas diferentes:
Relacionar-se com os clientes – verificando se os produtos, serviços e preços estão realmente satisfazendo-os, bem como aprofundar os seus interesses e gostos, para segmentá-los por ofertas mais precisas e personalizadas.
Ajudar no processo de avaliação – para que os serviços, a satisfação e a segunda compra possam ser melhorados.
Definir o ambiente competitivo – alcançando um melhor posicionamento para a marca, fazendo propostas de valor diferentes e mais poderosas do que as dos concorrentes.
E-mail marketing
E-mail é uma das ações de Internet mais utilizados atualmente. Pode parecer bobagem, mas 80% dos usuários de Internet ainda verificam suas contas de e-mail diariamente.
Nas empresas o e-mail é essencial para a sua comunicação. E a sua principal funcionalidade é ser uma das ferramentas mais poderosas, sendo simples, barata e eficaz.
Viral marketing
Esta é mais uma técnica, que utiliza diferentes ferramentas diferentes. Ou melhor, que faz uso das redes sociais já existentes para produzir aumentos exponenciais como uma epidemia. Normalmente designada de comunicação comercial autopropagada. Um exemplo clássico de um caso de sucesso de viral marketing foi o Hotmail, um dos primeiros serviços gratuitos de web-mail
Redes sociais
Facebook, Instagran e Linkedin são algumas das principais redes sociais mais utilizadas na atualidade. Elas são aproveitadas nas estratégias de empresas de todo porte. Isto é feito a partir de postagens, impulsionamentos, ações de ativação online e muito mais, com objetivo de se divulgar seus produtos e serviços aos consumidores.
WhatsApp
Com a liberação da versão “business” o WhatsApp se tornou uma das principais ferramentas de marketing digital utilizada pelas empresas. O fator ligado a seu sucesso está na familiaridade dos usuários com a ferramenta. Também é preciso pensar na agilidade que ele possibilita e na facilidade para o dia a dia.
Aplicativos
Hoje, são comuns as plataformas e aplicativos, voltados principalmente para busca e pedidos de produtos e serviços. Os aplicativos facilitam a vida das pessoas e podem ser importantes na criação de uma estratégia de marketing eficiente.
Há muitas outras ferramentas que podem ser utilizadas em estratégias de marketing digital. Mas não há dúvidas de que esta forma de comunicação e relacionamento dom o cliente se tornou extremamente útil às empresas. É preciso ficar atento e não perder o foco dos objetivos e resultados esperados para a empresa. Só desta forma será possível utilizar as ferramentas de forma adequada.
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