Como parcelar débitos do MEI

Como parcelar débitos do MEI

Vida de empresário não é fácil. Especialmente nos primeiros anos da empresa. É comum se complicar e esquecer alguns “detalhes”. Se você é MEI e esqueceu de pagar os boletos mensais (DAS), saiba que agora pode  parcelar débitos e regularizar a situação da sua empresa na Receita Federal.

Solicitação e parcelas

A solicitação do parcelamento é realizada no Portal do Empreendedor, sendo possível optar por dois prazos de pagamento.

Se você tem débitos vencidos até maio de 2016, pode parcelar em até 120 meses. Essa modalidade recebeu o nome de parcelamento especial.

Se seus débitos incluem boletos vencidos após essa data, é possível parcelar todos os débitos em até 60 meses. É o parcelamento convencional.

O parcelamento especial poderá ser realizado até as 20h do dia 02/10. Já o parcelamento convencional pode ser solicitado a qualquer tempo.

Parcelamento dos débitos

O primeiro passo é verificar se você enviou todas as Declarações Anuais (DASN-Simei) referentes aos períodos dos débitos. Se as Declarações Anuais não tiverem sido enviadas, faça-as. Sem as DASN-Simei, seus débitos mensais ficarão “escondidos” no sistema.

Se você ainda não enviou a DASN – Simei, pode entrar no portal e fazer a declaração. Mas, como estará fora do prazo, será emitido junto com o recibo um boleto para pagamento da multa.

Depois, basta acessar o Portal do Empreendedor, clicar em “Parcelamento” e em “Optar pelo Parcelamento”. O acesso será realizado por meio de Certificado Digital ou Código de Acesso gerado no Portal do Simples Nacional.

Escolha o tipo de parcelamento (convencional ou especial) e confira os débitos listados. Imprima a guia de pagamento atual, que deverá ser paga até a data de vencimento.

As demais parcelas devem ser emitidas e quitadas, mensalmente, até o último dia útil de cada mês.

Atenção! Se você se esquecer de pagar a primeira guia até a data de vencimento ou ficar três meses, consecutivos ou não, sem efetuar o pagamento o parcelamento será cancelado.

Cálculo das parcelas

O valor de cada parcela será obtido mediante a divisão do valor total da dívida pela quantidade de parcelas (120 ou 60 meses), respeitando o valor mínimo de R$ 50,00.

Esses valores serão atualizados com a Taxa Selic acumulada (desde o mês posterior ao parcelamento até o mês anterior ao pagamento da parcela), mais 1%.

Empresas baixadas podem parcelar os débitos?

Sim. Mas para parcelar todos os débitos é preciso já ter enviado todas as DASN, inclusive a declaração referente ao ano de baixa (DASN-Extinção).

DAS em débito automático

Para evitar que você se esqueça do pagamento em dia, já é possível colocar o boleto (DAS) em débito automático. O processo é simples e a solicitação pode ser realizada no próprio Portal do Empreendedor. Mas é preciso ter conta em um dos bancos conveniados. O titular da conta deve ser você (Empresário) ou a sua empresa (CNPJ).

E lembre-se: Para evitar que a situação se complique no futuro é essencial manter um controle financeiro das contas a pagar, não só do boleto, mas de fornecedores e outras despesas da empresa.

 

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Cartilhas – Como emitir guias do DAS Aprenda enviar a DASN

Sociedade empresarial: é preciso planejar

Sociedade empresarial: é preciso planejar

Boa parte das micro e pequenas empresas são formadas por sociedade empresarial. Muitas vezes entre membros da família ou entre amigos. É comum o empreendedor escolher os sócios tendo como principal critério a amizade e confiança. Infelizmente, apenas esses critérios não garantem o sucesso.  A escolha de um sócio deve envolver análise e planejamento. Por isso, antes de pensar numa sociedade, tome alguns cuidados. Assim, você diminui desentendimentos e conflitos futuros.

Busque perfis complementares

Os sócios precisam ter habilidades, conhecimentos e atitudes que se complementem. O ideal é que os perfis sejam diferentes. Se um é organizado e tem habilidades com números, enquanto o outro é expert em pessoas, temos uma dupla multifuncional. Essa “união de competências” permite que mais áreas da gestão sejam devidamente acompanhadas. O que contribui para o sucesso do negócio. Quando conhecimento e experiências estiverem claras, será mais fácil definir as áreas pelas quais cada um será responsável. Com papeis definidos, anula-se o risco de a equipe receber orientações conflitantes vindas de diferentes lideranças.

Separe o pessoal do profissional

Para que uma sociedade entre amigos ou familiares dê certo é essencial ter as expectativas alinhadas. O que move os sócios é o mesmo estímulo? Os objetivos casam? Porque existem aqueles motivados por um ideal, alguns empreendem pelo dinheiro, outros querem aproveitar uma oportunidade, e existem aqueles que empreendem achando que vão trabalhar menos. Se não houver este alinhamento, a cooperação entre os sócios pode ser afetada. Imagine que seu desejo é crescer, abrir filiais e seu sócio deseja diminuir o ritmo de trabalho… será complicado conciliar desejos tão diferentes.

A proximidade pessoal não pode se tornar um empecilho para que pontos discordantes sejam abordados. Se você acha que vai ficar “pisando em ovos” sempre que um problema aparecer, é melhor evitar essa sociedade. No caso de empresas familiares, cuide para que os assuntos da família não sejam levados para a empresa, e vice-versa.

Documente as decisões

Uma vez definidas as responsabilidades de cada sócio, é hora de colocar tudo no papel. Além da estrutura organizacional, este contrato poderá tratar de situações como: o que acontecerá em caso de dissolução da sociedade; questões sobre sucessão, saída e morte de um dos sócios; salário (pró-labore); percentual que cada acionista receberá dos lucros da empresa; participação acionária, dentre outros.

Evite a informalidade. É uma questão de segurança tanto para você quanto para o sócio que os acordos estejam documentados. Assim, no caso da ausência de um dos dois, os herdeiros têm de onde partir para novos acordos. Os documentos também os resguardam no caso de futuras desavenças.

Mantenha a comunicação como prioridade

Um dos motivos para se ter um sócio é poder dividir as dores de empreender. Nesse sentido, mesmo que cada um seja responsável por uma área, é importante conversar sobre as dificuldades e as grandes decisões. A comunicação entre os sócios é fundamental!

Se a comunicação for boa, a contribuição ganha espaço e a complementariedade dos perfis traz soluções mais ricas. Problemas se tornam menores e novas ideias para o negócio surgem mais facilmente.

Por tudo o que levantamos até aqui, percebe-se que o planejamento evita dores de cabeça. Você e seu sócio irão “se avaliar” antes de fechar os acordos, documentarão o que for decidido e serão parceiros nas grandes decisões. O papel de sócio é muito importante para ser preenchido em um rompante. Analise, converse, planeje, para não se arrepender quando já for tarde demais.

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Cartilha – Participação societária ou titularidade no negócio

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Café com Sebrae – Como escolher um Sócio

Preço de venda: acerte e cresça

Preço de venda: acerte e cresça

Sempre que falamos sobre cálculo de preço de venda de produtos e serviços, é preciso considerar alguns fatores. Alguns deles são: valor dos custos diretos e indiretos, percentual das despesas fixas e variáveis e principalmente percentual de lucro que a empresa espera obter. Mas a parte financeira não é tudo. Precificar também inclui decisões mercadológicas. E, como sabemos, preços errados podem queimar produtos e quebrar empresas. Preços corretos facilitam as vendas e contribuem para a empresa crescer.

Precificar é posicionar

Assim, vale considerar outros aspectos que afetam a análise para formação do preço de venda. O preço é parte importante da estratégia da empresa e impacta seu posicionamento.

Posicionamento é a forma como o cliente enxerga sua empresa, serviços, produtos. Se você tem um produto diferenciado, não necessariamente precisa praticar um preço parecido com o da concorrência. Se, ao contrário, existem outros produto similares ao seu, o preço se torna um fator mais importante na mente do consumidor.

Quando se debruçar sobre esses pontos, avalie também que a maioria de nós acredita que produtos mais caros têm mais qualidade. Ou seja, se a sua oferta tem diferenciação, o processo de vendas traz mais vantagens que o da concorrência, você pode cobrar mais. Se o seu produto é menos eficiente aos olhos do cliente, preços mais baixos podem torná-lo mais atrativo.

Preço calculado x preço de mercado

Cabe à empresa formar os preços mínimos para suprir suas necessidades. A partir daí, o gestor analisa o mercado concorrente. E então adotar a estratégia que melhor se alinhe ao posicionamento da empresa. A diferença entre o preço de mercado e o preço calculado dá ao empresário a margem de negociação.

Posso cobrar mais?

Às empresas que optam por manter seus preços superiores ao da concorrência, cabe ao  encontrar formas de agregar valor.  Isso para os clientes, para que se justifique o preço acima mais alto. Há, neste momento, uma reflexão sobre quais os valores são percebidos pelos clientes e considerados como atributos válidos para se dispor a pagar mais caro.

Percebo que muitos empresários deixaram de buscar agregar valor aos seus clientes, de ser empreendedores, deixaram de surpreender seus clientes. Estão em um ciclo vicioso na busca do menor preço. Uma verdadeira guerra de preços onde ninguém ganha. Prefira adotar uma política de preço compatível com as expectativas dos clientes e buscar formas de agregar valor.

Fica ai a dica: agregue valor para se diferenciar e as pessoas pagarão mais pelo seu produto.

Um abraço e sucesso a todos.

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A cartilha Como elaborar o preço de venda 

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Sobre a “cultura do gratuito” e saiba como a internet tem transformado os hábitos de consumo e a relação com o dinheiro.

 

10 dicas sobre gestão de equipes

10 dicas sobre gestão de equipes

O gerenciamento de equipes é uma das tarefas mais importantes de uma empresa. Marcas são feitas por pessoas, assim como produtos. E, muitas vezes, um colaborador é a sua empresa para o cliente. Assim, as orientações abaixo podem fazer a diferença para quem está começando nesse desafio:

1. Realize um processo seletivo eficaz

Busque pessoas que estejam dentro do perfil adequado à empresa. E não tenha medo de finalizar um processo e reiniciar do zero caso o perfil desejado não seja encontrado. É mais barato e eficiente contratar corretamente.

2. Alinhamento de expectativas

Deixe claro para seus colaboradores o que espera deles. Tanto o que for referente a comportamento e quanto os resultados que precisam atingir. Essa prática é imprescindível para um bom gerenciamento da equipe. A conversa deve ser iniciada já no processo seletivo e continuar ao longo do desempenho das tarefas.

3. Estabeleça metas e mostre alcançá-las

Oriente com feedbacks realistas e construtivos. Capacite seus colaboradores e cobre a aplicação do que foi ensinado.

4. Fique atento às falhas

Se o colaborador falhou, ele precisa de uma nova chance. Avalie e trace novos percursos. Divida com a equipe as orientações e siga acompanhando.

5. Deixe que o outro faça

Resista à tentação de realizar a tarefa que não foi feita como você gostaria. Gerenciar é trabalhoso inicialmente, mas poupa tempo e esforço no médio e longo prazo. Você precisará estar livre para as ações que dependem exclusivamente da sua ação. Para isso é preciso delegar o que não deve ser feito por você.

O desligamento

Se mesmo depois de gerenciar a contratação e o desenvolvimento, o colaborador não entregou o resultado esperado, é hora de realizar o desligamento. Apesar de ser unânime entre gestores que o desligamento de um profissional é um momento difícil, ele é necessário. Sobretudo diante dessa situação.

No desligamento serão necessários alguns cuidados:

1. Esteja preparado

O momento do anúncio da demissão vai ficar na memória dessa pessoa por um bom tempo. Você quer que seja o menos traumático possível. Para isso, ser claro, direto e respeitoso é primordial.

2. Evite constrangimentos

Seja direto em seu discurso. Afinal, a decisão já foi tomada. Faça o desligamento em local tranquilo, onde se tenha privacidade evitando assim constranger o profissional.

3. Planeje o melhor momento

Prefira realizar a demissão no início da semana e antes que o expediente comece, para que a pessoa tenha a oportunidade de já correr atrás de algo de imediato. Demissão na sexta feira pode fazer com que a pessoa passe o fim de semana pensando na situação sem nada poder fazer.

4. Haja com transparência

O profissional pode perguntar os motivos do desligamento. Como você se preparou para a conversa, saberá explicar de forma breve e tranquila. Um desligamento transparente fará com o colaborador entenda a situação. Seguindo essa postura, informe ao profissional o passo a passo dos seus direitos e os prazos para recebimento de suas verbas rescisórias.

5. Compartilhe a informação

Após a demissão reúna a equipe e comunique o ocorrido. Isso evita fofocas. Aproveite o momento e alinhe com todos o que a empresa espera dos colaboradores, de forma rápida e direta.

Liderar é um trabalho complexo, mas gratificante. Implantando essas orientações, você começará um processo de profissionalização na gestão de pessoas do seu negócio. 

Saiba Mais

Se o seu desafio é também reter talentos, veja:

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Um manual com orientações detalhadas dos principais processos de gestão de pessoas: a cartilha sobre gestão de equipe

 

 

 

Como escrever para blogs – 10 dicas

Como escrever para blogs – 10 dicas

Você já se perguntou como entrar para a era do marketing digital? Que tal começar entendendo como escrever para blogs? Essa é uma tarefa que exige dedicação e aprendizado contínuo. Mas a gente pode te ajudar com algumas dicas para que você melhore a comunicação com seus clientes.

Se você não tem blog, não tem problema, algumas dicas por aqui, valem para todas as mídias sociais. Confira abaixo.

Defina o tema

Sim, as empresas possuem muito conteúdo para ser compartilhado e disseminado em favor do cliente. E para divulgar conteúdo também é preciso planejamento e foco. Então, como escrever?  Comece definindo um tema para o texto. É interessante que cada artigo trate de um único tema, para não confundir o cliente.

Avalie a “concorrência”

Você pode ser um especialista no assunto sobre o qual quer escrever, mas é preciso saber o que outras empresas dizem a respeito do mesmo conteúdo. Analise outros artigos e fontes que falam sobre o mesmo tema. Saiba quais são as tendências em destaque. Isso ajuda a perceber o que as pessoas buscam e quais são as dificuldades que têm com o tema abordado.

Agregue valor

Se seu blog, como o nosso tem o objetivo de entregar soluções aos clientes. Pergunte-se: o que minha empresa pode oferecer ao cliente além do próprio texto do artigo? Como escrever entregando soluções, produtos, parcerias no artigo? Inclua esses links para que possa agregar valor ao conteúdo e ao dia a dia do cliente.

Pense no cliente

Para quem você está escrevendo? Tenha o leitor sempre em mente. Isso ajuda a definir alguns pontos do artigo, como a linguagem, a forma de escrever – dicas práticas, frases de inspiração, case, história de sucesso, o tom a ser usado.

No nosso caso, os principais clientes por aqui são o MEI e a Pessoa Física. Mas há um número menor de outros perfis. Por isso, a linguagem precisa ser simples e direta, sem palavras técnicas ou difíceis. É preciso “escrever para todos”.

Escreva o artigo

Tire suas ideias do papel. Isso fará com que você compreenda melhor todas as orientações anteriores. Mas, calma! É preciso medida para falar com o público da internet. Para um artigo web, há diversas medidas possíveis. Nós adotamos um mínimo de 1000 caracteres – sem contar os links e soluções a serem indicados. Isso nos ajuda a criar um padrão mínimo e também a organizar conteúdos maiores em séries, por exemplo.

Mas, como escrever?

O primeiro parágrafo

No início do texto, é preciso gerar curiosidade no leitor. Criar expectativa para que ele continue lendo o artigo até o fim. Perguntas são uma ótima forma de captar a atenção de quem lê. Mas não responda imediatamente, planeje o artigo de forma que possa entregar a resposta quase no final. Resumindo:

  1. Desperte o interesse do leitor,
  2. Envolva o leitor no conteúdo,
  3. Leve o cliente a uma ação

Divida o conteúdo

No decorrer do artigo, lembre-se de quebra-los em parágrafos. O ideal é que eles tenham entre até 5 linhas. Mas nada de criar parágrafos muito curtos, hein? Para se organizar, pense em parágrafos com 3 a 5 linhas. Tipo esse aqui! 😉 Isso facilita a leitura e deixa o conteúdo mais organizado.

Use frases curtas

Sabe aquelas frases que são tão longas que parece que não vão acabar nunca e quando você acha que já está acabando surge um novo link uma nova indicação um exemplo talvez um case até sem qualquer pontuação ou pausa ou direcionamento da leitura para o leitor? Ufa! Evite isso.

Use frases curtas. Elas são mais eficientes, e passam a mensagem de maneira mais objetiva. Claro, às vezes não será possível, mas vale o exercício para deixar o texto o mais claro possível para o leitor. Mas, quão longas ou curtas devem ser suas frases? 10 – 20 palavras. Há um estudo* que indica o seguinte:

  • Frases com 8 palavras: 100% de compreensão
  • Frases com 14 palavras: 90% de compreensão
  • Frases com 43 palavras: 10% de compreensão

Faça uma sequência lógica

Lembra das aulas de português do colégio? “Começo – Meio – Fim” é a tríade básica para um bom texto. Então, tenha o seguinte em mente:

  • No início, chame a atenção do leitor. Dê uma breve ideia do que vai falar e não revele tudo. No meio,
  • No meio, explique os motivos que o levaram a falar do tema em questão. E, em seguida, comece a desvendar a solução para o que apresentou. Se possível, indique soluções extras.
  • No fim, conclua resumindo o assunto de forma rápida e sucinta. Você pode retomar um ou outro ponto, mais importante, para fixar o conteúdo. Também é interessante convidar o leitor para um ação como “inscreva-se no curso”, “conheça o conteúdo x”, “agende uma consultoria”.

Revise o texto

Sabe como acabar com um texto, mesmo que ele tenha conteúdo interessante? Ignore a hortografia e, também, ignore, totalmente, a pontuação? Sim, a língua portuguesa é complexa. Mas uma rápida revisão pode ajudar a corrigir questões importantes. Você pode seguir o seguinte:

  1. Revisar o texto em dia/momento diferente da escrita.
  2. Pedir alguém para ler o texto finalizado.
  3. Ler em voz alta. (dica matadora de erros!)

Quer saber mais sobre esse tema e outros ligados ao marketing digital? Fique de olho nas indicações abaixo. 😉

Confira a importância do marketing digital para o seu empreendimento

Neste volume da série do Sebrae Minas sobre marketing digital, entenda a importância de investir em ações na internet, muito além de um site.

A importância do Marketing Digital para MPEs.