Erros financeiros que estão prejudicando seus negócios

Erros financeiros que estão prejudicando seus negócios

A gestão financeira é uma ferramenta administrativa importante para o crescimento e sucesso de qualquer negócio. No entanto, independente do tamanho, segmento e tempo da empresa, muitos empreendedores ainda cometem erros envolvendo finanças.

A falta de capital de giro, de controle no fluxo de caixa, dívidas e impostos atrasados são alguns dos problemas que acabam comprometendo seriamente o controle financeiro corporativo, podendo até levar à falência.

Não saber precificar corretamente seu produto ou serviço também é outra questão bastante comum. Para facilitar essa prática, o Sebrae disponibiliza opções de planilhas e conteúdos gratuitos e on-line como, por exemplo, o curso: Como definir preço de venda. Nele você aprende a calcular gastos, margem de lucro e o ponto de equilíbrio operacional do negócio, para a melhor formação de preço em sua empresa.

Acesse o curso: Como definir preço de venda

Afinal, todo empreendedor quer atender as demandas do seu cliente com preços justos e atrativos, mas sem prejudicar sua margem de lucro, não é mesmo?

Você tem dúvidas sobre gestão financeira, definição de valores e práticas comerciais? Acompanhe abaixo algumas dicas que podem te ajudar!

Vamos conhecer os 10 erros mais comuns da gestão financeira?

01) Orçamento ruim

Quando você está começando, especialmente quando está pagando todas as despesas com seus próprios recursos, é fácil pensar que ficará dentro de um limite razoável, já que decide quando e quanto gastar.

O problema com essa lógica é que você está administrando seu negócio sem foco na lucratividade e retorno financeiro. Sem um roteiro, fica difícil, senão impossível, chegar ao seu destino. Portanto, sempre crie um orçamento com antecedência. Tudo bem se precisar ajustar à medida que avança, mas ter um plano formal mantém seus objetivos em mente e te ajuda a trabalhar para alcançá-los.

02) Não prestar atenção suficiente às taxas de juros de empréstimos e outros encargos

Faça uma auditoria de quanto você vai pagar de taxas de juros e encargos adicionais antes de aceitar qualquer quantia.

Se já está preso a empréstimos, dê uma boa olhada nas taxas associadas e veja se pode fazer uma negociação mais favorável.

03) Confundir caixa e lucro

Um dos maiores erros financeiros que os empresários cometem é confundir dinheiro das entradas do caixa com lucro.

É fundamental ter bem claro quais são as despesas fixas e operacionais. O lucro é o resultado da diferença entre os custos totais e a receita.

Como você pode ver, ser rentável e ter dinheiro são duas coisas muito diferentes.

04) Gestão ineficaz do fluxo de caixa

Muitos negócios erram no gerenciamento do fluxo de caixa. Uma má administração das entradas e saídas, pode deixar a empresa sem capital para pagar funcionários ou matéria-prima, por exemplo.

Prever gastos e despesas alinhados às entradas é uma maneira de evitar esse desequilibro.

05) Fazer grandes compras muito cedo

Sua empresa pode precisar de muitos insumos, inclusive de alguns itens caros, como veículos ou máquinas. É bem possível que você também necessite de um espaço comercial ou de um local para operar. Mas tenha em mente que só porque algo é fundamental para o seu negócio funcionar, não significa que deva ser comprado.

Adquirir itens de alto valor agregado muito cedo pode deixar você sem capital. Isso também significa que provavelmente você vai pagar mais para financiar tudo o que investiria, se esperasse até que sua empresa estivesse financeiramente mais forte.

Comece apenas com o que é realmente necessário e opte por opções de baixo orçamento. Em seguida, compre de empresas próximas para garantir o melhor preço. Se você precisar de um item caro, explore todas as suas opções para ter certeza que está obtendo o melhor financiamento para seu estágio de crescimento.

06) Ter muito estoque

Às vezes, as empresas estocam porque temem que seu fornecedor fique sem algo ou, porque conseguem uma negociação melhor quando fazem pedidos em grandes quantidades.

Essas são até razões válidas, mas é importante considerar o custo desse excedente. O excesso de estoque ocupa espaço e consome dinheiro que poderia ajudar mais o seu negócio, se canalizado para iniciativas de crescimento.

07) Não ter um fundo de contingência

Uma emergência pode desequilibrar instantaneamente a balança, mesmo se você estiver gerenciando cuidadosamente o fluxo de caixa. Talvez um equipamento importante quebre ou seu fornecedor aumente inesperadamente suas taxas. Para isso, é importante ter um caixa reserva para não precisar recorrer à empréstimos.

Se não tiver alternativa, é fundamental ter cuidado ao obter financiamento e se atentar a todas as condições e taxas de juros.

08) Não ter capital de giro suficiente

O capital de giro é o dinheiro disponível para fazer sua empresa funcionar. Não é fluxo de caixa, lucro ou seu fundo de contingência. É o dinheiro que você tem disponível a qualquer momento para cobrir as despesas do seu negócio.

É aí que muitas empresas dão errado. Ao pensarem que estão preparadas para pagar suas contas porque têm lucro ou fluxo de caixa forte, mergulham em seu fundo de emergência quando as coisas ficam difíceis. Todas essas abordagens criam o risco de não conseguir pagar as contas à medida que elas chegam.

Se sua empresa não estiver em um estágio em que tenha organicamente capital de giro adequado para atender às necessidades diárias, esteja preparado com uma forma de financiamento de backup.

09) Não separar finanças empresariais e pessoais

Infelizmente, esse é um dos erros mais comuns de gestão financeira que muitas empresas cometem e pode ser um grande prejuízo a longo prazo. No varejo, onde o fluxo de compra e venda pode aumentar repentinamente, o dano pode ser ainda maior.

O fato é que, na empolgação de um aparente sucesso do negócio ou na grande vontade de ajudar a empresa, muitos sócios acabam misturando o capital pessoal com as finanças corporativas.

Um bom exemplo, é quando o empresário decide pagar as contas pessoais com o dinheiro da empresa e não repassa a informação ao setor financeiro. Ou ainda, quando há uma injeção extra de dinheiro para o desenvolvimento de algum projeto.

Para evitar esse cenário, é importante haver um consenso entre os sócios sobre a separação do patrimônio da empresa do capital financeiro de cada um. Cartões corporativos podem ser criados para facilitar o controle.

10) Falta de análise e acompanhamento do desempenho da empresa

Não basta acompanhar o fluxo de caixa, considerando apenas a diferença entre receitas e despesas. Também é necessário monitorar o volume de produtos e custo de estoque, o valor do salário recebido por sócios e funcionários, o número de vendas, entre muitas outras coisas.

A análise destes fatores só é possível se todas as operações estiverem registradas em um sistema de gestão que reúna todas as informações e possibilite a elaboração de relatórios periódicos. Assim, você conseguirá fazer comparações no futuro para tomadas de decisão mais assertivas sobre o desempenho da empresa.

Agora que já sabemos como evitar os erros mais comuns em gestão financeira, vamos aprender a calcular valor de venda?

Definindo o preço de venda

Além de cuidar da gestão financeira da empresa, outra questão que influencia diretamente em seu sucesso, e também pode se tornar uma armadilha, é a definição do preço de venda.

Você sabe diferenciar gastos de custos? Essa compreensão é de suma importância para um gerenciamento financeiro eficaz.

Todos os bens e serviços adquiridos por uma empresa são considerados gastos, e estão, predominantemente, relacionados a comercialização e administração de um negócio.

Já os custos são facilmente reconhecidos porque têm relação direta com a produção de um bem ou serviço.

Outro ponto importante, antes de precificar seu produto ou serviço, é compreender a diferença entre gastos fixos e variáveis.

Os fixos são aqueles que não variam e estão relacionados com contas como aluguéis, energia elétrica, IPTU, IPVA, água e parcela do empréstimo bancário, por exemplo.

Já os gastos variáveis são aqueles ligados a produção de bens, serviços ou vendas. Em outras palavras, são aqueles valores que só existirão com a efetivação da venda.

Conhecer a margem de contribuição dos produtos também é importante. Ela é o resultado ou sobra após a retirada dos gastos variáveis e vai contribuir para o pagamento dos gastos fixos.

Apresentamos algumas dicas iniciais para você aprender um pouco mais sobre gestão financeira e evitar erros desnecessários que podem prejudicar o seu negócio. O Sebrae disponibiliza diversos cursos gratuitos para empreendedores que querem se destacar no mercado.

Se atualizar e capacitar constantemente é uma maneira de facilitar o processo de empreender. No portal do Sebrae você encontra informações sobre cada um dos tópicos citados acima, além de muitos conteúdos especializados sobre diversos temas de gestão.

Se precisar de ajuda, acesse os nossos canais de atendimento e descubra outras dicas úteis para fazer a sua empresa decolar.

Leia também:

Como fazer o controle financeiro de sua empresa

Como fazer o controle financeiro de sua empresa

Você já parou para pensar como as finanças são importantes para a continuidade do seu negócio? Ainda não? Então, é possível que você esteja cometendo alguns erros no controle financeiro da empresa. Eles podem impactar diretamente sua organização na hora de administrar seu rico dinheirinho. Neste artigo, você verá que dominar melhor os controles financeiros é fácil se houver alguns cuidados.

Um dos grandes desafios para os empreendedores é ter uma vida financeira organizada e controlada. Mas vale a pena buscar essa organização. Afinal, ela evita surpresas que comprometem sua empresa e seu bem-estar.

Separe as finanças pessoais e do seu negócio

Quando o empreendedor mistura as finanças pessoais e do seu negócio pode acontecer a falsa impressão de que os negócios vão bem e as contas estão todas no azul, quando na verdade o dinheiro em caixa veio do seu “bolso”. Ou que está ruim, quando ele está fazendo bons negócios e acaba consumindo tudo em contas pessoais. Se não separar as contas, sua gestão se torna mais desorganizada, o que vai trazer problemas futuros e pode colocar sua empresa em uma canoa furada.

Para evitar essa situação, tome a importante decisão de controlar e separar as finanças pessoais das finanças do negócio. O empreendedor pode utilizar planilhas financeiras para controlar as entradas e saídas do negócio, ou, utilizar aplicativos como “Meu Negócio em Dia” no Smartphone. Essas ferramentas são dois aliados de peso do empreendedor que deseja manter suas finanças controladas e conectadas. Ambas ajudam muito, mas é necessário ter disciplina para registrar as informações de maneira correta e controlar as finanças todos os dias.

Não descuide dos “pequenos gastos”

De grão em grão, os pequenos gastos podem impactar no seu caixa ao final do mês. Imagine um negócio que não consegue fechar o caixa no fim do dia: você percebe algumas diferenças ou faltas de valores que variam de R$ 15 a R$ 30 por dia; em um mês isso pode representar uma perda/prejuízo, no caixa, de R$ 450 a R$ 900!! Agora multiplique por 12 meses. Percebe como esses “pequenos gastos” podem fazer um grande estrago nas finanças?

É importante que você, empreendedor, foque no controle de despesas do seu negócio, buscando eliminar gargalos e desperdícios que devem estar sugando seus recursos. Portanto, tome nota de todos os gastos, cuide deles, até mesmo compras com cafezinhos e lanches. Você poderá se surpreender com o que poderá economizar só nesse ponto, separei essa planilha para auxiliar no controle das despesas.

Entrei no vermelho, e agora?

Sempre que possível é importante ter uma reserva financeira para honrar os compromissos e obrigações do seu negócio. Ficar no vermelho é algo que ocorre com milhares de empreendedores que não se planejam (e isso é de tirar o sono).

Existem várias opções do mercado que podem ajudar a sair dessa situação. Mas, antes de optar por alguma delas, é fundamental que você, empreendedor, avalie a real necessidade de tomar essa decisão.

Dentre as opções, destaco:

  • Autofinanciamento – um bom começo
    • Negocie prazos maiores com os fornecedores; reduza os prazos de recebimento dos clientes e reinvista o lucro do negócio ao invés de retirar.
  • Empréstimos – um passo que pede contas
    • Empréstimos não são uma solução, mas um prolongamento da dívida. Devem ser utilizados para sanar situações extremas, quando o não pagamento de contas puder gerar multas e juros maiores do que os que seriam pagos nessa opção. E só podem ser realizados após avaliar esses valores. Antes de solicitar um empréstimo, planeje o pagamento.  Assim como o tempo necessário e de onde sairá o dinheiro para quitar esse compromisso.

Juros, multas e taxas podem criar o efeito “bola de neve” nas finanças, pessoais ou empresariais, causando diversos problemas. Por isso, utilize o crédito de forma orientada e com a real necessidade do seu negócio. Uma excelente forma de iniciar é criar um roteiro para buscar crédito.

Com um planejamento contínuo, você organiza as finanças, quita dívidas de forma antecipada, economiza com juros, multas e taxas. E ainda acompanha ações futuras que serão necessárias para fazer a empresa crescer.

Os controles financeiros são essenciais para esse planejamento. Se o seu objetivo é a sobrevivência e o crescimento do empreendimento, use-os. Finanças saudáveis são o resultado da determinação do empreendedor em desenvolver habilidades para gerir seus recursos de modo mais consciente.

Bons negócios e sucesso!

 

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Manual de passo a passo – Como elaborar controles financeiros

 

3 passos para organizar sua vida financeira

3 passos para organizar sua vida financeira

Equilibrar os gastos e as necessidades ou desejos é uma prática saudável que ajuda a organizar sua vida financeira. E se o controle falta, o que acontece? A falta de organização nos faz trabalhar mais do que deveríamos. Já parou para pensar quanto tempo e energia perdemos pela falta de organização?

Na vida financeira não é diferente. Uma conta que esqueceu de pagar em dia, acaba virando juros a pagar por esse atraso. Não controlou o limite do orçamento? Falta dinheiro. O cheque volta, o cartão estoura. E se uma eventualidade bate a nossa porta? Os compromissos financeiros não param de acontecer.

Pense bem, os acontecimentos financeiros de hoje – as contas no seu vencimento, por exemplo –  já são de nosso conhecimento. Aliás, sabemos deles com antecedência, não é mesmo? Geralmente contas como de energia elétrica, água, aluguel, associação, condomínio, dentre outras, vencem nos seus respectivos dias, todos os meses. Se sabemos desses compromissos, o que falta para organizar a vida financeira? Talvez apenas um pouco de metodologia. Que tal 3 passos? Simples, não é mesmo? Vem comigo, e confira cada um deles.

Gestão da vida financeira

  1. Organização básica dos vencimentos

Para o próximo mês, faça uma lista de todas os pagamentos que são previstos. Lembre-se de incluir seus respectivos dias de vencimento. Por exemplo:

Dia 05 – Conta de energia

Dia 07 – Aluguel

Dia 09 – Seguro

É preciso ficar atento, pois muitas faturas ainda chegam pelos Correios. Com isso, nem sempre recebemos essas contas a tempo para pagamento, dentro do vencimento. Isso pode causar despesas financeiras desnecessárias, em razão do atraso.

Se você tem acesso à internet, procure fazer um cadastro no site das empresas de cada uma das contas. Você pode receber avisos de pagamento por e-mail e SMS que facilitam o controle das contas. Além disso, se o dia do vencimento chegar, mas a conta não, você poderá pegar a segunda via com facilidade. Ou até mesmo o código de barras para que se possa fazer o pagamento dentro do prazo.

O débito automático na conta corrente também é uma boa alternativa. Ele permite para automatizar o processo de pagamento e evita esquecimentos. Inclusive, para alguns pagamentos recorrentes, temos a possibilidade de colocar no cartão de crédito. Mas, fique atento, a operadora de cartão de crédito pode cobrar juros caso a data da fatura do cartão seja diferente da conta que está sendo paga.

  1. Arquivo inteligente

Para facilitar o controle, você pode utilizar um calendário sempre à mão com as contas espalhadas nos seus respectivos dias de vencimento. Isso pode ser feito em um calendário de papel, ou de forma automatizada com lembretes por algum aplicativo para computador ou celular. Escolha a forma com a qual ficar mais à vontade para acompanhar.

Tenha também um arquivo com pastas para guardar os recibos devidamente separados por contas. Estes arquivos podem ser digitais. Ou seja, você pode tirar fotos ou utilizar na impressora multifuncional a função scanner. Depois de ter a imagem pode-se organizar as contas e recibos dos pagamentos em pastas separadas por meses e/ou pastas da conta. Esta organização evitará arquivos digitais espalhados e perda de tempo na procura.

Outra forma de arquivar é por meio dos organizadores. Este modo é mais tradicional, mas funciona muito bem. Pastas suspensas, pastas com elástico, envelopes etc. Isto irá facilitar a organização dos seus arquivos. Imagina, tudo arrumado e etiquetado? Sempre que precisar de um comprovante saberá exatamente onde está. É muito prático ser organizado!

Muito importante também é cuidar da segurança. Separe um local seguro para anotar todas as suas senhas de acesso à internet, contas bancárias, cartões de crédito e todos os códigos que utiliza. Isto é essencial, porque se você esquecer, sabe que pode contar com suas anotações.

Se não tiver um local apropriado para guardar todas as senhas, terá que contar com a memória. Ou pior, vai ficar perdendo tempo tentando lembrar os acessos. No meio de tantas tarefas que o dia a dia nos traz, já imaginou ficar buscando na memória onde guardou aquela carta com a senha que veio logo depois do cartão de crédito pelos Correios?

  1. Definição do plano financeiro

Depois de manter todos os registros financeiros organizados e atualizados, é hora de verificar os excessos. Afinal, um dos princípios fundamentais para organizar sua vida financeira, não é o quanto se ganha, mas o que se deixa de gastar. Então, vamos lá. Hora da faxina.

  • Verifique todos os desembolsos

E seja crítico fazendo algumas perguntas: preciso mesmo deste serviço de assinatura? Realmente utilizo todos os canais da TV a cabo? Estou frequentando a academia o quanto pago?

  • Defina limites máximos para cada pagamento

Por exemplo: estou disposto a gastar no máximo R$ 150,00 com energia elétrica, R$ 100,00 com conta de água, R$ 400,00 com supermercado, R$ 120,00 com lanches? Defina o valor máximo para cada conta, e concentre-se em respeitar esse limite. Pode ser que você descubra contas que podem ser reduzidas.

Fazendo isto você saberá antecipadamente o quanto de dinheiro irá precisar para o próximo mês. E, no decorrer deste tempo, o que precisa fazer é acompanhar para que não gaste além do planejado.

  • Verifique as datas de vencimento das contas

Os vencimentos estão de acordo com as entradas de dinheiro? Exemplo, até o 5º dia útil do mês está programado pagamentos de aluguel, funcionário e alguns fornecedores. Tem entrada de dinheiro suficiente para estes compromissos?

O ideal é equilibrar, os desembolsos programados com as entradas previstas. Caso seja necessário, entre em contato com os fornecedores de serviços recorrentes e modifique os vencimentos.

Outra boa prática é verificar no calendário, se já não tem pagamento previsto para a data, sempre antes de assumir um pagamento.

Estes três passos são simples. Mas muito importantes para começar a organizar sua vida financeira. Na medida em que eles se tornarem um hábito, você poderá um começo de organização financeira.

E por último, ser econômico hoje e possuir bons hábitos podem ajudá-lo a atingir os seus objetivos a longo prazo. Já pensou em como pode ser bom ter reserva financeira para alguma emergência, para educação dos filhos, para a compra de um imóvel ou mesmo para uma futura aposentadoria com certa tranquilidade?

Torne esses passos um hábito e você verá que é possível.

 

 

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