Segredos para vender mais com pitch e storytelling

Segredos para vender mais com pitch e storytelling

Está precisando vender seu peixe, mas a maré não está favorável? Existem algumas técnicas que podem ajudar a destacar seu produto ou serviço, naquele momento único com o cliente ou com um investidor, quando você pode conquistar o interesse para o seu negócio. Duas delas são: o pitch e o storytelling.

Calma! A gente descomplica o inglês. Estas técnicas melhoram a forma de se apresentar, o jeito de contar sua história e também seu poder de convencimento. Vai perder?

O significado de pitch vem da área de vendas, ou melhor, ele em si é um discurso de venda. É um discurso ou apresentação de 3 a 5 minutos que se faz para atrair investimentos, parceiros e até clientes. Já o storytelling é a habilidade de se contar uma boa história, que tenha relevância e gere valor para quem ouve. Os dois termos estão mais ligados ao cenário das start ups, mas pode ser aproveitados no dia a dia. Ficou interessado? Mas, qual o benefício dessas técnicas para o seu negócio? E como aproveitá-las?

O pitch ajuda a demonstrar de maneira resumida aquilo que é essencial. Ele dura de 3 a 5 minutos. Então, é preciso ser objetivo e, ao mesmo tempo, demonstrar tudo que é importante para quem você deseja atrair. E aqui, entra o storytelling. Ele é o pulo do gato! Saber contar uma boa história ajuda a prender a atenção de quem ouve e facilita as vendas, o aumento de negócios e parcerias, já que quem está ouvindo está vidrado em você.

Vender com pitch e storytelling

Falar o que é preciso de uma maneira encantadora é o que resulta da união do pitch e do storytelling. Com essas duas ferramentas é possível gerar relevância e agregar valor ao seu negócio, a partir da apresentação e do discurso, tornando a venda mais assertiva. Confira o que o pitch deve ter:

Oportunidade: mostre o problema que você vai solucionar;

Mercado: deixe claro a área em que atua.

Solução: destaque a solução que oferece;

Diferenciais: ressalte aquilo que só você tem;

Objetivo: lembre-se de dizer a que veio.

Junte a isso ao poder de convencimento que o storytelling traz e crie uma história com o que você precisa transmitir, mantendo em mente que a ideia principal é convencer as pessoas do seu objetivo, a partir de um discurso tocante, com começo, meio e fim, seja o seu objetivo vender algo ou conquistar parceiros e investimentos para novos projetos.

Pois é, já percebeu que para fazer sucesso com o pitch e o storytelling é preciso muita prática, né? Então, mãos à obra! Aproveite os materiais adicionais e pratique bastante.
Quer mais? Confira o que separamos para você abaixo.

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MPV: Produto viável mínimo

MPV: Produto viável mínimo

Você já pensou em testas a viabilidade de um projeto antes de investir todo o capital?

Saiba que esse método existe e é extrema importância para seu negócio. A metodologia do Produto viável mínimo, MPV do inglês Minimum viable product, consiste em um processo de teste de novas ideias com mais segurança, em outras palavras, o MPV te possibilita testar as mínimas funcionalidades de um produto ou serviço antes de ser lançado no mercado.

O processo de MPV estabelece um paralelo entre ideia versus implantação, o teste do protótipo do produto ou serviço, possibilita captar as reações dos potenciais consumidores e descobrir se é um bom negócio. Preço, custo benefício, espaço no mercado são alguns fatores possíveis de avaliação através do MPV e auxilia o desenvolvimento das melhorias necessárias antes do lançamento no mercado. Quanto mais rápido você errar, mais rápido você encontrará o caminho para o sucesso.

A construção do MPV consiste em três pontos importantes:

Proposta de valor: A técnica não compreende em mostrar o produto aos poucos, e sim apresentar a proposta de valor que fará com que o potencial consumidor teste o produto, mesmo sendo a versão básica. Um exemplo seria um teste de um site com funcionalidades mínimas.

Benefícios: Para reter os clientes é necessário que seu MPV apresente concretamente os benefícios principais do produto. Assim você conseguirá medir o nível de aceitação do seu produto no mercado.

Feedback: As sugestões e reações dos clientes fornecem subsídios para novas ideias para o produto, testar o efeito das melhorias propostas poder gerar um significativo aumento na sua taxa de vendas.

Por fim, com as melhorias que resultaram aumento de vendas e aceitação dos clientes, construa!

Dicas para começar seu MVP ?

As opções variam de acordo com seu projeto, uma ideia é apresentar um vídeo curto sobre seu produto ou serviço, que gere a experimentação do consumidor.
Uma outra dica para começar é a Landing page, sua função é comunicar e validar sua proposta de valor sendo possível mensurar o tipo de público que se interessa pelo seu produto.
Outraopção de MVP é a função única, significa lançar apenas a função principal do seu serviço ou produto a fim de testá-lo com seus possíveis

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Modelo de negócio e criação de valor

O que diferencia seu negócio no mercado? O que só você oferece? Essas são algumas perguntas que ajudam a definir seu modelo de negócio, ou seja, é a forma pela qual sua empresa cria valor para as pessoas e para o mercado. Ele permite perceber os detalhes de seu negócio de maneira estruturada e unificada como: a estrutura de custos e receitas, os fornecedores, o público-alvo e os parceiros-chave.

O modelo de negócios é uma ferramenta também conhecida como canvas, que ajuda no planejamento estratégico. Ele pode ser utilizado por quem já tem uma empresa e quer rever sua estrutura e por quem só tem ideias e não sabe por onde começar. Para encontrar a melhor forma de montar seu negócio do zero ou para revisitar o planejamento de sua empresa, é preciso avaliar nove blocos e as perguntas-chave de cada um deles:

Proposta de valor: Qual é o valor que você entrega para o cliente? Os valores podem ser quantitativos ou qualitativos. Neste bloco você deve descrever os produtos e serviços que vai entregar.

Segmentos de clientes: Para quem você entrega valor? Quais são as características do grupo de clientes que atenderá?
Aqui você define o seu “chefe”, ou seja, o cliente da empresa.

Relacionamento com clientes: Que tipo de relacionamento que seus clientes esperam para se manterem fiéis a sua empresa? Neste bloco você vai definir como vai se relacionar com o cliente. É importante lembrar que o relacionamento com ele faz toda diferença para a empresa.

Canais: Neste item você deve definir como vai se comunicar com o cliente e chegar até ele. Você deve responder: quais canais seus clientes preferem? Como entrar em contato com o cliente?

Parcerias principais: Aqui se define quais são os principais fornecedores e parceiros necessários ao seu negócio. Para definir este item, responda: quais são seus principais fornecedores? Quem podem ser seus parceiros?

Atividades-chave: Quais atividades são essenciais para sua empresa entregar o valor que se propôs? Esta é sua principal pergunta aqui. A ideia é descrever todas as atividades e processos que não podem deixar de existir para que sua empresa funcione.

Recursos principais: Os recursos-chave ou principais são aqueles que permitem que uma empresa realize sua proposta de valor. Eles podem ser físicos, financeiros, intelectuais ou humanos. E também podem ser próprios ou não.

Estrutura de custos: Esse você já imagina, né? É só pensar nas contas, ou seja, em todos os custos necessários ao funcionamento da empresa. Aqui é preciso atenção, para não esquecer nada, pois os custos influenciam diretamente o funcionamento da empresa. Pense na resposta para: Quais são os custos fundamentais da empresa?

E aí, pronto para criar o modelo de negócio de suas ideias ou rever o modelo de sua empresa? Mãos à obra!

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Job to be done para inovar seu negócio

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Você sabe o que faz um cliente comprar de você e não de seus concorrentes?

O job to be done ou trabalho a ser feito. Não entendeu? A gente explica! A verdade é que as pessoas só consomem aquilo que as ajuda a realizar alguma tarefa, ou seja, aquilo que contribui com a execução de um trabalho específico. Isto é o trabalho a ser feito. E entende-lo é essencial para quem quer inovar produtos ou serviços.

O job to be done nada mais é do que a compreensão do que o cliente busca como resultado da compra que realiza. E quando você sabe o motivo que leva as pessoas a consumirem, fica mais fácil inovar e atender exatamente o que o elas buscam.

E aqui vai um segredo: os clientes contratam produtos e serviços a partir de algo que eles precisam realizar para resolver um problema. É a mesma lógica usada pelas empresas para contratar seus funcionários. Elas têm um problema a resolver e buscam alguém que possa solucioná-lo.

Parece simples? E é. Mas entender o trabalho a ser feito do cliente ajuda a direcionar o produto e serviço para a necessidade específica que ele tem, e, torna o negócio mais bem-sucedido.
Mas como descobrir o job to be done dos clientes e como buscar a melhor alternativa de solução para oferecer no mercado?

“Elementar, meu caro! ”

É preciso ir além na compreensão do cliente, e buscar informações que digam mais sobre ele do que os dados demográficos.

Entenda quem é o cliente de verdade, do que ele gosta, os lugares que frequenta, as dificuldades que tem. Em outras palavras, descubra o que ele tem que fazer no dia a dia para realizar o que precisa, desde as tarefas mais simples até as mais difíceis. E aí, você estará pronto para desenvolver algo a mais que impulsione o cliente a comprar.

Que tal um exemplo?

Imagine que Henry Ford perguntasse a seus clientes o que eles queriam. Qual seria a resposta mais provável? “Cavalos mais velozes”. Mas ao olhar para as motivações das pessoas a partir do ambiente de negócios, Ford foi capaz de desenvolver um produto que atendia não só a necessidade do cliente, mas também seus desejos inconscientes, o que levou à criação de uma inovação do mercado: o automóvel.

Entendeu? Os clientes não compram produtos e serviços, eles contratam soluções para a variedade de trabalhos que precisam fazer. Compreender isso pode mudar totalmente a forma como sua empresa atua e emprega seus esforços.

Então lembre: as pessoas querem seguir seus interesses pessoais quando executam tarefas, mas isso tem um lado funcional e também dimensões sociais e emocionais, e tudo isso deve estar conectado no produto ou serviço que resolverá seus problemas.

E aí, pronto para analisar o job to be done de seu cliente e inovar? Mãos à obra!

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Saiba tudo sobre Inovação para pequenas empresas em nossa página especial sobre o assunto. Aprenda a gerir e implementar uma cultura da inovação em seu negócio, desmistificando o conceito de que inovar é coisa apenas de empresa grande ou de tecnologia.

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Selecionamos os melhores materiais do Sebrae Minas sobre inovação e tecnologia para você colocar em prática as melhores ideias inovadoras no seu negócio. Boa leitura!

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10 dicas para fazer brainstorming do jeito certo

Brainstorming é um método para trocar ideias de maneira organizada, em ambiente relaxado, onde os participantes são estimulados a contribuir para se chegar a uma solução comum de um problema, simples ou complexo, de forma criativa.

Inovação é o resultado esperado pelas empresas que praticam brainstorming, uma técnica que aborda práticas descontraídas para encontrar soluções. Mas também é um processo estruturado, que encoraja as pessoas a participarem do processo de criação e desenvolvimento de ideias.

Se você quer gerar soluções originais para você ou para sua empresa, é preciso observar algumas orientações básicas para facilitar o processo e gerar ainda mais ideias. Confira 10 dicas para fazer um brainstorming.

1 – Pense no local – O ambiente faz toda diferença na geração de novas ideias e deve ser confortável, bem iluminado, e conter todas as ferramentas necessárias. Espalhe canetas, tenha lápis de todas as cores e bloquinhos de papel. Uma lousa ou um flipchart com pinceis também pode ajudar muito.

2 – Alinhe o conhecimento – Antes de começar, é preciso que todos saibam do que se trata. Brainstorming não é só a criação de uma lista de ideias. É uma dinâmica e tem algumas regrinhas para funcionar bem. E para que ele funcione, é preciso que todos saibam “as regras do jogo”.

3 – Tenha um planejamento – Uma reunião para geração de ideias pode contar com organização. Proponha atividades diferenciadas, tenha um horário para terminar e determine os papéis essenciais. Uma caminhada, exercícios de relaxamento e alongamentos. Tarefas simples podem ajudar a equipe a “pensar fora da caixa” e ter muitas ideias criativas.

4 – Defina o tema – Sim, a liberdade é válida. Mas o brainstorming serve a algum propósito, à solução de alguma questão. Por isso, deixe bem claro qual é o problema a ser resolvido. Se todos souberem o que precisa mudar, o processo ficará mais fácil. Para isso, você pode usar perguntas.

5 – Trabalhe com um grupo diversificado –Se todas as pessoas do grupo tiverem a mesma posição sobre o tema tratado, não haverá geração de ideias. Então, una pessoas com opiniões diferentes. Quanto mais cabeças pensando, mais criativo será o processo.

6 – Escolha um facilitador – Muitas pessoas, ideias diferentes sendo discutidas. A chance de perder o foco é grande. Por isso, é sempre bom ter um facilitador, para observar tudo e manter o foco, a liberdade e, ao mesmo tempo, a ordem.

7 – Abrace todas as ideias –
O brainstorming é um momento para “viajar nas ideias”. Não significa que todas serão úteis ou ajudarão a solucionar o problema. Mas é importante deixá-las acontecer. Mesmo que pareçam absurdas, elas podem ajudar a encontrar a solução adequada.

8 – Não se apegue – O brainstorming serve para gerar ideias e não para discutir uma ideia fixa. Mantenha o foco e amplie a discussão sempre que alguém se apegar a uma proposição, como se ela fosse a única solução possível para o problema.

9 – Registre tudo – Para aproveitar as sugestões, coloque todas as ideias levantadas no papel. É interessante que alguém do grupo fique responsável pelo registro. Assim, será possível avaliar todas as ideias para solucionar o problema após o brainstorming.

10 – Analise as ideias –
De nada adianta gerar ideias se elas não servirem para nada. O brainstorming é uma técnica para encontrar soluções. Então, analise as ideias geradas, compile as proposições e use as que representam soluções para o problema.

Que tal testar uma reunião de brainstorming hoje mesmo?

O brainstorming pode ajudar a criar muitas ideias inovadoras e soluções radicais para problemas. Ele também encoraja o comprometimento e engajamento da equipe com as causas da empresa e ajuda a melhorar o ambiente com descontração e confiança entre as pessoas.

Aproveite esta técnica para encontrar as soluções que precisa. Acompanhe nossas indicações abaixo e nossas novidades.

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Saiba tudo sobre Empreendedorismo e como montar um novo negócio acessando nossa página especial sobre o assunto. Assim como passear de bicicleta, empreender é uma atitude que pode ser desenvolvida, aprendida e praticada com o tempo. E para ajudar a esclarecer dúvidas sobre o universo empreendedor, selecionamos para você informações que podem ser úteis em seu início de jornada.